Alberto Faria

Publicado 15/03/2014 por lcs2308

Alberto Faria, nasceu em Campos, no Rio de Janeiro, em 19 de outubro de 1869(1864?). Filho do comerciante português, José Lopes Faria e de D. Leocádia da Costa Faria. Foi jornalista, professor, escritor, crítico, folclorista e historiador.

Tinha como irmãos: José Lopes Faria Júnior, Ernestina Faria Marcondes Machado, Palmyra F. Abreu Sampaio, Mathilde Faria Pereira de Queiroz, Ernesto Lopes Faria e Albertina Faria Hellmeister.

Fez os estudos Primário e o Secundário, no interior do Estado de São Paulo. Aos 12 anos, redigiu o jornalzinho “O Arauto” e, aos 14, fundou, na cidade de São Carlos(SP)  “A Alvorada”.

Fundou “O Dia”, em 1894, e escreveu para o “Correio de Campinas”, tornando-se seu diretor entre 1895 e 1896. Em 1897, lançou a “Cidade de Campinas”, por ele dirigida até 1904. Obteve grande êxito a seção “Ferros velhos”, sob o pseudônimo de Adelino. Foi também delegado de polícia, inspetor municipal das escolas.

Em 1901, prestou concurso para a cadeira de Literatura, no Gimnásio de Campinas(Culto a Ciência), concorrendo com Coelho Neto e Batista Pereira, e logrou o primeiro lugar. Além de professor de Literatura e jornalista, destacou-se como crítico e historiador de cunho erudito, ao lançar mão dos processos de investigação e análise aplicados à literatura, para a decifração de problemas intrincados de autoria ou datação de obras. Polemista, manteve nos diversos jornais em que colaborou debates e discussões com escritores da época, tratando de temas de alto interesse para a cultura histórico-literária.

Casou-se com D. Maria da Penha Oppermann Faria, filha do Sr. José Oppermann e de D. Luísa Felicíssima de Moura Carneiro Oppermann. Cunhado de: Coleta, Rita, Jayme, Antônio e Aristides.

Orientou seus estudos para a crítica externa e interna das obras e da história literária. Foi um dos primeiros críticos brasileiros a se preocupar com o estabelecimento dos textos ou da autoria, a descoberta de influências, datas e fontes, e com a análise de formas e temas. Os seus estudos sobre o problema da autoria das Cartas Chilenas destacam-se entre os que mais luzes trouxeram à questão. Pseudônimos: Adélio, Adelino e Marcos Tuim.

Obras

Cartas chilenas, crítica (1913);

Aérides, crítica e folclore (1918);

Acendalhas. Literatura e folclore (1920);

Discurso de recepção, em Discursos acadêmicos, vol. IV;

Numerosos trabalhos na Revista da ABL;

Almanaque Garnier, Revista do Brasil, Revista de Língua Portuguesa, Revista do Arquivo Mineiro, entre outros

ImagemImagem

Faleceu em Paquetá,em 8 de setembro de 1925.

Recebeu diversas homenagem dando seu nomes as ruas em São Paulo, Rio de Janeiro e aqui.

 

 

Referências 

* Wikipédia;

* Academia Brasileira de Letras;

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