Caso Proença Gallo

Publicado 16/05/2014 por lcs2308

No dia 07 de novembro de 1970, Augusto Carlos Eduardo da Rocha Gallo, pai de Maitê Proença, procurador de justiça, suspeitando de sua mulher, a professora de filosofia do “Colégio Estadual Culto à Ciência”, Delegada Regional de Cultura, Margot Proença Gallo(*1930 +07.11. 1970), filha de Cleophanes Firmino Proença e D. Jair Domenicale Veltri Proença, lhe era infiel, alegando que ela o traía com o professor de francês Ives Gentilhomen. 

Marcou com ela um encontro na residência do casal, na Rua Jesuíno Marcondes Machado, 70 – Nova Campinas convencendo-a a ficar a sós com ele para decidirem sobre a separação. Eram 16 horas quando ambos iniciaram uma discussão no interior do quarto do casal. Tomado de incontrolável fúria, sentindo-se traído e ultrajado, Gallo desferiu onze facadas na esposa, matando-a na hora. Em seguida, deixou a residência dirigindo seu carro, levando a arma do crime. Ficou onze dias foragido e depois se apresentou à Polícia. Não foi preso.Imagem

 

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Maitê e Margot

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