Cine Casablanca/ Teatro Municipal José de Castro Mendes Campinas

Publicado 08/06/2014 por lcs2308

Cine Casablanca, foi fundado em 30/01/1953, e  localizava-se na Praça Corrêa de Lemos, na Vila Industrial. O filme que inaugurou sua tela panorâmica foi “A Serpente do Nilo“, de 1953.

Foto: Gilberto de Biasi.

Foto: Gilberto de Biasi.

Funcionava diariamente, possuía 1450 lugares e apresentava uma média de 520 sessões ao ano. Foi vendido para a Prefeitura Municipal, que o transformou no Teatro Castro Mendes em 06/12/1974, 9 anos após a demolição do Teatro Municipal Carlos Gomes , numa tentativa de suprir a lacuna deixada por este.Teatro Municipal José de Castro Mendes O Teatro Castro Mendes, foi uma adaptação do Cine Casablanca, e passou a ter capacidade de 760 lugares.

Imagem

Cine Casablanca/ funcionários – 1956. Acervo Renato Chiavoloni:

Imagem

Convite de inauguração do Teatro – 1974

ImagemImagem

Casablanca – anos 60. Acervo De Biasi:

Imagem

Casablanca – anos 60. Acervo Gilberto De Bias

Imagem

Imagem

1974

Imagem

Em 2007, depois de problemas estruturais, episódios de goteiras no palco, choques elétricos e abandono, o teatro foi fechado pela prefeitura para reforma. A obra só começou em 2010 e deveria custar R$ 7 milhões – o custo foi de R$ 10,3 milhões.

Imagem

Detalhes A única janela existente na fachada do novo prédio também tem significado. O arquiteto responsável pelo projeto, Otto Felix, pensou nessa janela como uma conexão entre o mundo lúdico (o próprio teatro) com a realidade, já que a janela servirá de luz natural para o “foyer”. Cubos amarelos na parede ao lado da entrada principal serão o ponto de partida para a criação de iguais modelos em outras regiões da cidade, fazendo uma espécie de “conexão cultural” entre pontos diferentes de Campinas, todos remetendo ao novo teatro, onde a cultura campineira teve boa parte de sua história vivida. Dentro, não apenas a grandeza do espaço impressiona, mas também a preocupação com os mínimos detalhes. Inicialmente, a plateia contará com 770 lugares, e entre eles, poltronas adaptadas para deficientes e para obesos, conforme determina a legislação. A iluminação da plateia – assim como a externa – será com lâmpadas de cátodo frio, um componente de maior iluminação e menor gasto energético, além de ser ecologicamente correto na sua fabricação e posterior descarte. As lâmpadas também têm uma vida útil maior, de cerca de 10 mil horas, ou, uma estimativa de 10 anos. A iluminação da plateia será toda embutida em detalhes de madeira da decoração do espaço interno. A iluminação cênica também tem sua particularidade. Um dos refletores centrais tem sua composição e luminosidade pela primeira vez utilizados em teatros brasileiros, tendo apenas quatro outros teatros no mundo com igual qualidade de refletor. Os equipamentos de som e a mesa de som digital também são de última geração e estão entre as novidades do novo teatro. Toda a acústica interior foi projetada e executada sob a consultoria de José Augusto Nepomuceno, responsável por projetos acústicos em diversos espaços culturais brasileiros, como por exemplo, dos teatros municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro.

Praça Corrêa de Lemos, década de 80. Acervo Jornal Sobrac.

Praça Corrêa de Lemos, década de 80. Acervo Jornal Sobrac.

Praça Corrêa de Lemos, década de 1970. Foto: Almeida Lopes.

Praça Corrêa de Lemos, década de 1970. Foto: Almeida Lopes.

Praça Corrêa de Lemos, 1970. Foto: Almeida Lopes.jpg

Praça Corrêa de Lemos, 1970. Foto: Almeida Lopes.

Foi reinaugurado em 05/12/2012.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: