Felipão

Publicado 20/01/2015 por lcs2308

A Escola Mista do bairro Felipão, atual bairro São João, sempre fez parte da rede educacional do Estado de São Paulo, sendo preservada como instituição até hoje na mesma localidade com o nome Escola Estadual Prof. Luiz Gonzaga da Costa.

 

Alunos da Escola Mista do bairro Felipão – Década de 1950

Alunos da Escola Mista do bairro Felipão – Década de 1950

 

 

Alunos da Escola Mista do bairro Felipão – Década de 1950

Alunos da Escola Mista do bairro Felipão – Década de 1950

 

CRONOLOGIA
1920 – 1962: Escola Mista do bairro Felipão/São João;
(instalada na capela);
1963 – 1974: Grupo Escolar do bairro São João
(funcionando ainda na capela);
1974 – 1976: Grupo Escolar Prof. Luiz Gonzaga da Costa
(prédio novo, a poucos metros da capela);
1976 – 1998: EEPG Prof. Luiz Gonzaga da Costa;
(Escola Estadual de Primeiro Grau)
1998 – : EE Prof. Luiz Gonzaga da Costa;

O surgimento da escola com o trabalho pioneiro da professora Balbina Cesarino Silva, quando, até então, alfabetizava em sua casa crianças e jovens de uma comunidade que se formara por lavradores imigrantes italianos.

 

Homens e mulheres3, segregados e bem vestidos assistem, em pé à apresentação teatral no pátio da igreja. Nesse mesmo local onde assistiam ao culto, à peça artística, faziam quermesse, realizavam festividades e rituais nos barracões onde funcionava a escola.

Homens e mulheres,
segregados e bem vestidos assistem, em pé à apresentação teatral no pátio da igreja. Nesse
mesmo local onde assistiam ao culto, à peça artística, faziam quermesse, realizavam
festividades e rituais nos barracões onde funcionava a escola.

 

 

Documento sobre a fundação do G.E. Luiz Gonzaga da Costa, em 1963.

Documento sobre a fundação do G.E. Luiz Gonzaga da Costa, em 1963.

 

“Em 1928, o Sr. Gildo Lovato já era aluno da escola. Havia muitos alunos e duas classes. Não havia merenda nem uniforme – tudo era pobre, segundo ele. Entrava na escola ao meio dia. Quando chegava em casa ia tratar dos porcos, galinhas, etc. . No começo o bairro tinha poucas famílias, umas seis casas somente. Ele estudou na escola somente o primeiro e segundo ano, lembra que as professoras eram Sophia e Maria. Alguns alunos vinham de outros bairros, pois só havia aquela escola. O comércio mais próximo ficava na Vila Industrial (onde hoje é a Av. João Jorge). Lembra que seu pai comprava no empório o ano todo e pagava quando podia (segundo ele, havia confiança). O pai do Sr. Gildo, Victório Lovato, veio de Bragança Paulista, era filho de italianos (morou na Itália quando menino e tinha um ano de estudo). Eram em 11 irmãos. Com 10 anos o Sr. Gildo saiu da escola para trabalhar com o pai.

 

Profa. Marina, com os alunos da Escola Mista, em 1949.

Profa. Marina, com os alunos da Escola Mista, em 1949.

 

A “Escola Mista do Bairro Felipão”(atual São João) se situa num bairro pacato fundado por imigrantes italianos e que até os anos 60 era considerado rural.
Dividido pela Avenida das Amoreiras e entrecortado pelo rio Capivari – à margem da Rodovia Santos Dumont, este bairro conserva características de cenário rural intercalado com a paisagem urbana.

Nessa história local a escola nasce em 25 de abril de 1920 pelas mãos da professora Balbina Cesarino Silva (1885-1928), que passou a viver junto com a comunidade, sendo solteira e de ascendência negra. Talvez o fato de ser católica explique sua aceitação pelos membros, já que ocupou um papel importante ao trazer o passaporte da instrução para os filhos de imigrantes italianos que fundaram aquele lugar. Tendo se instalado numa casa, a professora começou a lecionar para as crianças e jovens daquela comunidade. Desde que foi fundada a capela, pela Balbina, Victório Lovato e os irmãos Alfonso Míssio(nascido em 23 novembro 1876 e falecido em 22 novembro 1959),  Giuseppe(1884) e Raphael Míssio(1873), a escola passou a funcionar lá em modesto edifício que fora reconstruído e reformado mais de uma vez, sem sair do lugar. No entanto a “Escola do São João” sempre atendeu crianças e jovens de vários bairros no seu entorno, inclusive situados “do outro lado da estrada” (onde hoje passa a rodovia Santos Dumont). Mesmo com o falecimento da mestra a escola nunca parou de funcionar. Não há registro do ano em que foi encampada oficialmente como escola do Estado, mas em 1928 já era chamada de Escola Mista do bairro Felipão.

O bairro mudou de nome, na passagem das décadas de 50 para 60, refletindo a religiosidade de seu povo. Primeiro nome daquele lugar, os antigos narram que Felipão era o fazendeiro dono das terras vendidas em pequenas glebas para as famílias de imigrantes, e era um homem “grandão”. Passados muitos anos, um padre influente chamado Idelfonso Sigrist, tendo sido o precursor da paróquia São João Batista, fundada oficialmente em 1975 onde existia a Capela Sagrado Coração de Jesus desde 1920, se empenhou com a comunidade para a mudança do nome do bairro.

 

Cerimônia na Capela Sagrado Coração de Jesus(já demolida) em 1938.

Cerimônia na Capela Sagrado Coração de Jesus(já demolida) em 1938.

 

 

Este quadro – reprodução da foto original feita pelo fotógrafo Perussi na década de 1970 – foi localizado no sótão da igreja. Na parte de trás o fotógrafo registrou numa ficha datilografada: “Os primeiros fundadores da Igreja Sagrado Coração de Jesus; hoje ‘Paróquia São João Batista’. Fundada em 25/04/1920. Afonso Míssio; Vitório Lovato; Balbina Cesarino Silva; Rafael Míssio; José Míssio”.

Este quadro – reprodução da foto original feita pelo fotógrafo Perussi na década de
1970 – foi localizado no sótão da igreja. Na parte de trás o fotógrafo registrou numa ficha
datilografada: “Os primeiros fundadores da Igreja Sagrado Coração de Jesus; hoje
‘Paróquia São João Batista’. Fundada em 25/04/1920. Alfonso Míssio; Victório Lovato;
Balbina Cesarino Silva; Raphael Míssio e Giuseppe Míssio”.

 

A mestra Balbina, reunia atributos que foram expressos na homenagem feita a ela, com a colocação de uma placa de mármore no altar da igreja em 1945. Faleceu muito jovem, de câncer, em 1928 com 42 anos, e a rua na qual se situa a escola atual leva seu nome.
Em meados do século XIX, um tropeiro negro chamado Custódio veio com a família de Minas gerais à Campinas, sendo negros libertos ainda em tempo de escravidão. Embora pobres, eles tinham alguma instrução, o que os diferenciava numa sociedade onde poucos sabiam ler. Custódio tinha um filho chamado Antônio Ferreira Cesarino que, em 1860 fundou o colégio para moças – o Colégio Cesarino ou Colégio Perseverança, em regime de internato, sendo o primeiro colégio feminino da cidade. Lecionavam nele suas filhas Bernardina e Balbina. Em 1871, contava com trinta alunas e em 1875, com aproximadamente cinquenta alunas. Seu fechamento deu-se no final de 1876, por falta de recursos. Na obra vemos três gerações de Antônios: o professor da USP, advogado e médico, ex-aluno do “Culto à Ciência” e bisneto do fundador do Colégio Perseverança (1860-1876) – Antônio Ferreira Cesarino Júnior (1906) – filho de Antonio Ferreira Cesarino (bedel do Ginásio Culto à Ciência), que por sua vez é filho do carteiro Bartolomeu, irmão da Balbina Cesarino – professora do Colégio Perseverança; filhos de Antonio Ferreira Cesarino que foi fundador, diretor e professor do Colégio Perseverança, que é filho do tropeiro Custódio, negro livre e instruído que veio para Campinas. Tanto o “primeiro” como o “último” Antonio (o fundador do Colégio e o ilustre acadêmico) foram alfabetizados pelas tias.

O menino Antônio Cesarino (nascido em 1906) foi alfabetizado aos cinco anos pela tia-avó Balbina Cesarino, ex professora do colégio Perseverança, e que se tornou mais tarde professora de escola pública. Segundo a autora, tal herança cultural formada no campo escolar vai ser determinante em sua trajetória de ascensão.

A professora Balbina, descoberta nesta história local, pertenceu a uma família de negros professores em Campinas. Seu avô Antonio, ainda no Império e na escravidão, fundou um colégio feminino onde toda a família lecionava, com destaque para sua mãe – também Balbina – que era alfabetizadora.

Na história do bairro Felipão, tanto escola quanto igreja passaram por reformas, mudanças e continuidades ao longo do século XX, acompanhando as transformações influenciadas pela economia, pelas políticas públicas, pelo delineamento social e cultural.

Assim, em setembro de 1974, deu-se a inauguração do prédio recém construído a apenas alguns metros do outro, nomeado Grupo Escolar Prof. Luiz Gonzaga da Costa, que homenageia o inspetor de ensino que atuou na antiga Escola Mista na década de 1930. O evento contou com a presença do Governador do Estado Laudo Natel. De mãos dadas e
uniformizadas, as crianças se mudaram da velha escolinha na Igreja para a nova escola caminhando pela Avenida das Amoreiras, “em procissão”, acompanhadas de suas professoras.

 

Procissão na Av. das Amoreiras, em 1979.

Procissão na Av. das Amoreiras, em 1979.

 

 

Procissão na Av. das Amoreiras, em 1982.

Procissão na Av. das Amoreiras, em 1982.

 

Alguns meses antes, o jornal Correio Popular denunciava a demora na entrega do edifício recém construído, retratando a precariedade das instalações do antigo grupo.

 

Correio Popular, 13/02/1974

Correio Popular, 13/02/1974 Oitocentas crianças do bairro São João iniciaram o ano letivo da mesma forma que outras crianças em anos anteriores: freqüentando as velhas instalações da Escola de 1º Grau “Luiz Gonzaga da Costa”. Só que neste ano, enquanto ocupam velhos barracões, estábulos e um coreto, um imponente monumento da arquitetura está solitário, em meio ao mato,em sua tonalidade marrom-terra. As aulas foram iniciadas mas o novo prédio não foi aberto. E pelo que se ouve falar, por muito tempo ainda ficará de portões fechados, a espera de mobiliário e da alegria das crianças. Enquanto isso, alunos e professores não dispõem nem mesmo de sanitários nas instalações atuais. E o que é pior não há segurança alguma, pois portas estão quebradas e paredes ruindo. Para os professores, o sacrifício já não tem mais razão de ser. (…) Na Escola de 1º Grau “Luiz Gonzaga da Costa”, estudam 800 alunos, em três períodos. As instalações pertencem à Igreja do Sagrado Coração de Jesus, que as utilizava em suas quermesses (?). Enquanto condições melhores não existiam, a situação era compreensível e o trabalho dos professores louvável, por que levar o ensino a um bairro distante, de difícil acesso, não se justifica a não ser pelos próprios professores, em seu sacerdócio de ensinar. Hoje, com um prédio novo a menos de 200 metros das atuais instalações, não existem sanitários para professores e alunos: a diretoria e a secretaria funcionam na sacristia da Igreja: os alunos, subnutridos (o bairro é pobre), não têm merenda escolar por falta de um local onde ela possa ser preparada, local este que existe no novo prédio. As salas de aula são o que de pior pode existir: um coreto, um estábulo e barracões. Uma delas não chega a ter cinco metros quadrados, além de não dispor de janelas! É um verdadeiro cubículo, onde crianças subnutridas forçam a mente, sem qualquer ventilação! Como se isso não bastasse, a escola não dispõe de um servente sequer para pelo menos cuidar do pouco que existe. O novo prédio possui 11 (onze) salas de aula, amplas, diversos sanitários, copa e cozinha, quadras de esporte e instalações administrativas adequadas. Mas não funcionam! Por quê?

 

O novo prédio escolar ficou um ano pronto sem ser inaugurado por falta de mobília. Nessa matéria, o jornalista afirmou que as crianças da escola do São João “são subnutridas” e “forçam a mente” para aprenderem nas salas de aula improvisadas na igreja, em “verdadeiros cubículos”.

 

A fotografia  ilustra uma das oito turmas de primeira série com a professora Neusa, na “Festa de entrega do primeiro livro”, em cerimônia onde cada criança recebia da professora um exemplar encapado da Cartilha Caminho Suave, em 1979.

A fotografia ilustra uma das oito turmas de primeira série com a professora Neusa, na “Festa de entrega do primeiro livro”, em cerimônia onde cada criança recebia da professora um exemplar encapado da Cartilha Caminho Suave, em 1979.

 

 

Capa da Pasta Escolar, de Ângelo Piton.

Capa da Pasta Escolar, de Ângelo Piton.

 

Ceramica Mingone, no Bairro São João.

Ceramica Mingone, no Bairro São João.

 

 

Rute Galbiatti De Lacqua, com o diploma de conclusão de curso, em 1961.

Rute Galbiatti De Lacqua, com o diploma de conclusão de curso, em 1961.

 

Fotos e textos do acervo de Eliana Nunes da Silva. Extraído da tese de doutorado “Na transição rural-urbana: a passagem da Escola Mista do bairro Felipão na história da educação pública campineira Campinas”.

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53 comentários em “Felipão

  • Obrigada Verinha me trouxe recordações,pois nasci neste bairro, mas não estudei nesta escola, e quando tinha meus 8 -9 anos nas férias dava aula pra garotada 👍 valeu um 💋 pra vc.

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  • voltei ao passado com certeza ,pois na decada de 50 eu morava no novo campos elisios quando tinha poucas casas , nem onibus tinha por lá após algum tempo veiu uma linha de onibus todos amarelinhos . todo os domingos eu ia na igreja no bairro do felipão. saudades fui muito feliz por lá

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  • Muito legal saber da história do bairro onde eu e minha família moramos, e a escola que estudei a minha infância ate o ensino médio, não sabia dessa história toda, estão de parabéns!

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  • Eu estudei nesta escola meio ano, vim de Indaiatuba e terminei terminei o segundo ano,Obrigada pelas fotos, e muito emocionante ver e ler tudo isso,fais parte de minha vida, e da familia Lovatto

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  • Boa tarde !!! Eu estudei na escola do São de 1970 a 1978 , FUI MUITO FELIZ…AGRADEÇO MUITO A DEUS E TODAS ESSAS PESSOAS QUE REALMENTE FIZERAM O SHOW DA VIDA ….o bairro era maravilhosos , os colegas e todos meus parentes… E NESTE ANO A PAROQUIA SÃO JOÃO BATISTA COMPLETA 40 ANOS NO DIA 29/08/2015… ABRAÇOS

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  • Fico muito feliz em rever estas fotos,nasci no mingone,estudei na escola desde 1974 conheci muita gente lá,todos me conheciam como Guina , sou filho do José Alexandre Corre a (em memória) e Ermelinda de Lima Correa ( Tiquinha) . Abraço a todos

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  • Oi tudo bém? sou a Neusa filha do Gildo Lovato, fiquei muito feliz e triste por meu pai não poder ver o seu trabalho, ele ficou muito feliz com a sua visita e poder ajudar na pesquisa, vem tomar um café, bjo.

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  • Muito bacana,bons tempos mesmo, moro no bairro (Vila Mingone) desde 2000, e sou membro da igreja desde esta data também, mas acompanho a comunidade desde antes quando morava no JD. Capivari, onde minha mãe ainda mora, acompanhei muitas festa na Capela antiga até o casamento de um amigo.
    Trajetória de conquistas, parabéns a todos que participou da Historia.

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  • Olá Neusa Lovato. Foi uma emoção entrevistar seu pai Sr. Gildo.. Depois dele entrevistei o Sr. Clemente que foi aluno da Balbina. Sua família me ajudou muito com a pesquisa..me receberam de portas abertas. Abraços. Eliana

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  • Muito emocionante a historia e o trabalho de pesquisa, estudei neste colégio no ano de 1981 ate 1984, meu primeiro colégio em Campinas, sinto muita saudade da boa infância e das festas da Igreja, Parabéns para os pioneiros e que nossa historia nunca morra, Parabéns pelo trabalho de pesquisa e memorias de nossa historia.

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  • Olá Neusa.. Seu tio Clemente tinha 95 anos quando o entrevistou. Foi uma emoção pois ele foi o único aluno vivo da Balbina que encontrei. Que orgulho saber que completou cem anos. A professora Aninha faleceu no ano passado com 97 anos. Sua tia Mafalda Missionários Lobato (e outros) foi aluna dela.. Abracos

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    • Oi tudo bém? fiquei feliz em saber que voçê está acompanhando tudo por aqui,
      é verdade ele fez cem e está a caminho de 101 em novembro, aparece pra um
      cafezinho, abraços.

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  • Me emocionei muito em ver essas fotos, nasci e cresci no bairro Sao Joao ate meus 21 anos! Meu pai trabalhou 35 anos na ceramica Mingone,conhecido como Nerão tem hoje seus 82 anos. Fiquei muito feliz pelo seu trabalho, parabéns.Gostaria de ver mais fotos se possivel.

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  • NASCI NO SÃO JOÃO MEUS PAIS TRABALHARAM NO MINGONE MEU AVÔ vERGINIO MAZZUTTI ERA COMPADRE DOO NAZARENO MINGONE FUNDADOR DA CERÂMICA, MEU PAI TRABALHOU NA CONSTRUÇÃO E DEPOIS DE OPRERARIO NA PURINA ( HOJE GUABI RAÇÕES) ELE É CONHECIDO COMO BIGODE….ESTUDEI NO LUIZ GONZAGA DA COSTA..FUI DA PRIMEIRA TURMA NO COLEGIO NOVO FOMOS EM FILA DO CORETO ATÉ AS NOVAS INSTALÇÕES EM 1974….SAUDADES….

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  • Muito bom ler tudo isso. Minha Mãe é Maria Vitorelli Durlin,e ela conta muita coisas do bairro Felipão,da escola,do armazém do Pai José Victorelli,da Igreja, do padrinho Afonso,e do amigo Gino Lovato,das amigas….e por ai vai…Parabéns!!!!

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