Dr. Paulo de Castro Pupo Nogueira

Nasceu nesta cidade, a 15 de julho de 1894, filho de José Pupo Nogueira e Bráulia Euclydia de Castro Nogueira, descendentes das mais antigas famílias desta terra.

 

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Neto materno de: Luíza Gabriella Nogueira e João Baptista Pupo de Moraes;

Neto materno de: Joaquim Gabriel da Costa Camargo Castro e Anna Maria Cordeiro de Castro Camargo;
Sobrinho materno de: Olímpia, Joaquim, Arthur e Maria;
Irmão de: Joaquim Gabriel (Zico), João, Alice (1891-1967), Luíza Gabriella (Zinha) e Argentina.
Em 1913, prestou exame de admissão à Faculdade de Direito de S. Paulo, matriculando-se, no mesmo período, no 1. ano do curso jurídico desta Faculdade. Em 1916, prestou exame perante o Tribunal de Justiça do Estado, para obter a provisão de advogado, o que conseguiu de modo brilhante, dotado como foi e incontestável talento, foi advogar em Dois Córregos. Desde aí passou a prestar exames vagos na Faculdade, vindo, por isso, a formar-se em 26 de março de 1918 – época da prestação de tais exames.
Desta data em diante, o Dr. Paulo estabeleceu-se aqui, com escritório de advocacia, granjeando desde logo a estima e a confiança de clientes e amigos. Em 1920, por indicação do Diretório do Partido Republicano e a convite do Dr. Thomaz Alves, entrou para a Câmara Municipal de Campinas, o mais jovem vereador, afim de ocupar uma vaga que se abrirá. Fez parte da Comissão de Legislação e Justiça, desempenhando-se nas funções do seu cargo, com muita competência.
Casou-se  em 03 de janeiro de 1917, com Carmelita (Lula) Pimentel Pupo Nogueira (25.08.1894-20.07.1966), nascida em Serra Negra, filha de Etelvina Teixeira de Salles Pimentel e do Cel. Antônio Pires Ramos Pimentel.

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Registro de casamento de Paulo e Carmelita.

 

Deste matrimônio nasceu: * 1- Wilma Pimentel Pupo Nogueira (06.04.1918-23.03.2016);

 

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Wilma

 

  • 2- Walber (22.06.1919-14.05.1999).
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Walber

 

Acadêmico-fundador da Academia Campinense de Letras, ocupou a cadeira 25- patrono João Baptista Pupo de Moraes.

Faleceu em 08 de julho de 1959, aos 64 anos. Em sua homenagem, a uma rua no bairro Nova Campinas com seu nome.

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2 comentários

  1. Muito especial essas informações referentes a estas ilustres pessoas que ficaram na história de Campinas.
    Como nasci e me criei em Campinas, trabalhei na CCTC e nos CORREIOS, as vezes voce passava por certas
    ruas e gostaria de saber quem era os personagens que dava o nome e nestes Artigos ficamos bem inteirado.
    Parabéns às pessoas, detentor destes Acervos. Gostei também de ver a história do Padre Jose dos Santos.
    Estudei no Grupo Escolar que leva o nome dele, e não me esqueço do Sr Carmelo (Policial que fazia nossa travessia
    naquela avenida em frente a instituição). Do carrinho que vendia raspadinha, amendoim e pipoca. Tempos de Campinas
    que ficará para a história.

    Curtido por 1 pessoa

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