JOAQUIM DE SOUZA RIBEIRO

Joaquim de Souza Ribeiro, nasceu em Caitité, na Bahia, em 9 de janeiro de 1884. Poeta, Médico homeopata e Dentista. Espírita combativo, de convicções profundas. Sua vida foi inteiramente dedicada à difusão da Doutrina Espírita.

Transferido sua residência pra cá,  formou-se em 1907, pela Faculdade de Odontologia de São Paulo.

Em 1920, concluiu o curso de medicina, na Faculdade de Medicina Hahnemaniana, no Rio de Janeiro. Foi diretor-tesoureiro do jornal “Correio Popular”, de Campinas e Vice Presidente do Sanatório Santa Isabel, onde exerceu sua atividade profissional com zelo, competência e grande dedicação.

Espírita tornou-se um dos grande propagadores da doutrina de Allan Kardec, realizando conferências em diversas cidades. Em numerosos periódicos especializados, sustentou acirrada polêmica sobre temas espíritas, onde demonstrou profundos conhecimentos, argumentando com clareza e elegância os princípios filosóficos e religiosos que professava.

Seu nome tornou-se conhecido, pois além de suas atividades de propagador do espiritismo, foi médico e dentista muito competente e caridoso, praticando o bem e tratando os mais humildes com carinho e extrema dedicação.

Casou-se com Nancy Pacheco Souza Ribeiro, pais de: Omar, Alaor, Dirce, Nise, Hilton e Elcy;

Sogro de: Maria Cecília Pelicano, Ermida Zial Ribeiro, Cândido Dias Castejon, Edeberto Silva, Olga R. Souza Ribeiro.

Quando do seu sepultamento,  o jornalista João Simples, publicou no “Correio Popular” uma crônica, na qual, expressando o pensamento de todos que formam beneficiados pelo morto, indagava: “Quem foi, no final das contas, Souza Ribeiro? Uma potência do comércio, um magnata da indústria, um político de evidência e prestígio, para que o seu pensamento fosse assim tão intensamente sentido em todos os cantos onde pulse um coração humano? Nada disso, Souza Ribeiro foi, simplesmente, um Apóstolo do Bem. E, como Apóstolo do Bem, um lutador incansável pela implantação, nas almas entorpecidas por preconceitos errôneos e rançosos, dos verdadeiros ensinamentos do Divino Mestre, tão claramente expostos nos Evangelhos e tão nefastamente deturpados pelos cegos que não querem ouvir. Sua única arma, nas pelejas memoráveis que travou com adversários poderosos, não foi o punhal da mistificação e da insídia: foi o escudo inquebrantável da Verdade do Cristo, assimiladas das páginas sagradas do Novo Testamento! Por isso venceu! Por isso nunca foi vencido. Ele foi realmente predestinado”.

Autor de livros de grande divulgação, previu sua própria morte, escrevendo no dia em que faleceu, isto é, em 18 de janeiro de 1956, aos 72 anos, uma de suas mais belas poesias.

 

FONTES  BIBLIOGRÁFICAS:

Nogueira  Brito, Antônio Carlos- Dr. Jonathas de Freitas Pedroza: Dos  Bancos da Faculdade de Medicina da Bahia, Do Terreiro de Jesus à Cadeira de Governador do  Estado do  Amazonas , Brasil- Gazeta Médicada Bahia, Ano 144-Volume 80. Número 2. Salvador, Bahia , maio a julho de 2010.

Ribeiro, Joaquim de Souza- Disponível em http:// http://www.espiritsmog.com.br/biografias/ribeiro.htm. Acesso em 2 de setembro de 2009.

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