Família Melloni

Publicado 31/03/2017 por lcs2308

Pedro Melloni, nasceu em 29 de junho de 1877 e faleceu em 21 de setembro de 1956.

Casou-se em primeiras núpcias com Theolinda Alves de Assumpção Melloni, falecida em maio de 1906, em Amparo; em segundas núpcias com Maria Monici Melloni, nascida em 25 de fevereiro de 1890 e falecida em 27 de agosto de 1981.

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FAMÍLIA MELLONI.

 

Do primeiro matrimônio teve uma filha, Maria Antonietta (Sinhá) Melloni, nascida em 12 de outubro de 1896 e falecida em 18 de agosto de 1974, casada com Pedro Melloni Sobrinho, nascido em 29 de junho de 1898 e falecido em 29 de janeiro de 1946.

Do segundo matrimônio, os filhos: * Nodgi Melloni (22.02.1909-07.06.1978), casado com Olívia Priori (12.07.1909-21.09.1991);

* Laura Melloni Guidetti, casada com o farmacêutico José Guidetti;

* Maria Melloni Ferreira de Camargo (Dedé – 11.07.1914-05.12.1997), casada com o engenheiro Gilberto Ferreira de Camargo (11.04.1914-20.09.1997), filho de José Ferreira de Camargo Andrade e Anna Egydio Nogueira Aranha;

* Santina Melloni Alves dos Santos (15.08.1915), casada com Mauro Alves dos Santos, filho do ex-prefeito João Alves dos Santos e de Carolina Alves dos Santos;

* Irene Melloni Ziggiatti (29.06.1917-), casou-em 12/12/1940, com o Dr. Arthur Ziggiatti (30.10.1911-05.08.1999), filho de José Luiz Ziggiatti e de Catharina Marotta Ziggiatti;

* Leny Melloni Sbragia, casada com João Sbragia Netto;

* Joanna Melloni Arruda Camargo, casada com Lafayette Arruda Camargo Filho, filho de Lafayette Arruda Camargo e de Esther Moretzhon de Arruda Camargo;

* Helena Melloni Franco de Faria, casada com Carlos Franco de Faria;

* Ernesto Melloni (04.03.1919-17.07.1984), casado com Dilce Salmoiraghi Melloni (04.01.1923-07.03.1982), e,

* José Melloni (20.02.1921-06.04.2009).

Família Erbolato

Publicado 30/03/2017 por lcs2308

VICTÓRIO ERBOLATO, nascido em 1841, em Mira, Veneza, Itália, casou-se em 1866, com ROSA DENTE ERBOLATO, nascida em 1845, em Mira.

 

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Família Erbolato. Ao centro, o patriarca João Erbolato e sua esposa Emília Matesco Erbolato.

 

Deste matrimônio nasceu: * 1- GIOVANNI (JOÃO) ERBOLATO , nascido em 04 (ou 06?) de agosto de 1867 e falecido em 10 de julho de 1931.

 

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João Erbolato, ao se mudar para o Brasil, em 1891, morou por dois anos no Rio de Janeiro, transferindo-se, em seguida para Capital, onde depois, veio para Campinas. Aqui chegando, em 1893, logo fundou a Oficina de Carpintaria, uma das primeiras da cidade, que funcionou por muitos anos na Rua José de Alencar, esquina com a Rua Ferreira Penteado, no Centro. Por ser um competente profissional e um dos pioneiros na área, foi responsável pelos serviços de carpintaria de inúmeros edifícios públicos e particulares no município.
Entre as obras que ajudou a construir estão o prédio do Colégio Progresso, no Cambuí, Liceu Salesiano Nossa Sra. Auxiliadora, Colégio Sagrado Coração de Jesus, o Instituto Profissional “Bento Quirino”, na avenida Orosimbo Maia, o antigo Frontão, Velodromo, Teatro Municipal ‘Carlos Gomes’ e as primeiras instalações da Estações de Tratamento de Água de Campinas.
Com início no Balão do Castelo e término na Vila Militar, a avenida João Erbolato é uma das mais importantes. Inaugurada com denominação de Rua E, seu nome foi dado durante a gestão do prefeito Ruy H. Novaes.
Casou-se em 1888, com Emília Mattesco Erbolato, nascida em 10 de agosto de 1869 e falecida em 28 de fevereiro de 1948, aos 73 anos.

 

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Deste matrimônio nasceu:  ** 1- Victório Erbolato (1889-1947), casou-se em 22 de abril de 1911, com Maria Quintana, filha de João e Trindade Quintana, natural de Granada, Espanha.

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Victório Erbolato e Maria Quintana.

Filhos: *** 1- Marina, nascida em 07 de abril de 1917;
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** 2- Humberto Erbolato (25.04.1891-08.01.1963), casou-se em 14 de julho de 1914, em 1. núpcias com Josephina de Lucca Erbolato (13.07.1895-09.04.1934); e em 2. núpcias com Benedita Outeiro da Silveira.
Filhos: *** 1- Mário de Lucca Erbolato, falecido em 08 de julho de 1990, aos 71 anos, chefe da Assessoria Jurídica da Câmara Municipal e redator da sucursal de Campinas de “O Estado de São Paulo”, casou-se em 05 de março de 1943, com Lucy Franco Camargo, filha de Paulo Franco Camargo, cirurgião-dentista e Íria Rodrigues de Melo;
*** 2- Geraldo Duberto Erbolato (22.03.1929-05.08.1989)
*** 3- Gelma Aparecida;
*** 4- Élcio Benedito.
—————————————————————————————————————————————–** 3- Rosa Teresa Erbolato Beltramelli (14.09.1893, Rio de Janeiro-21.04.1971), casou-se em 14.04.1928, com Francisco Beltramelli;
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** 4- Luiz Erbolato (11.10.1896, Campinas-14.09.1932), casou-se em 11 de outubro de 1917, com Margarida Velardi, filha de Philomeno Velardi e Rosa Paris.
Filhos: *** 1- João Luís (1918);
—————————————————————————————————————————————–** 5- Manoel Erbolato (18.05.1898, Campinas-11.01.1972), era funcionário municipal, e foi, durante trinta anos, administrador do Teatro Municipal “Carlos Gomes”, e nessas funções tornou-se amigo dos mais importantes artistas brasileiros e estrangeiros que estiveram em Campinas. Apoiava a todos e muitas vezes anonimamente, auxiliou, às suas expensas, pequenos conjuntos ou artistas, a deixarem Campinas, quando do fracasso de suas apresentações. Foi um grande incentivador do teatro amador. Possuía uma coleção completa de todos os folhetos e programas feitos para os espetáculos do Teatro, desde a sua fundação. Foi um dos fundadores e integrantes (como músico) da “Sociedade Symphônica de Campinas”. Participou ativamente da revolução Constitucionalista de 1932. Sobre seu esquife foi colocado um capacete do Movimento Nove de Julho. Casou-se em 22 de maio de 1919, com Izabel Juliana Forster (Folster), falecida em 1975, filha de Guilherme Frederico Folster e Antônia Maria de Campos Folster.

Filhos: *** 1- Romilda, casada com Gian Luigi Gonzatto;
*** 2- Milton;
*** 3- Dirce, casada com Georges Zaouk;
*** 4- Dirceu;
*** 5- Oscar,nascido em 13 de janeiro de 1928 e falecido em 05 de junho de 2008, casou-se em 09 de janeiro de 1949, com Flávia Garcia, nascida em 14 de novembro de 1926 e falecida em 14 de setembro de 1998;
*** 6- Helena, casada com Roberto Gabiatti;
*** 7- Aida (adotiva), casada com Giovanni Furlai.
—————————————————————————————————————————————–** 6- Olga Erbolato de Souza Leite (18.07. 1900-16.10.1977), casou-se em 20 de janeiro de 1921, com Altemiro de Souza Leite, falecido em outubro de 1956, aos 63 anos, alto funcionário do Escritório da Cia. Mogyana.

Filhos: *** 1- Pedro Amaury de Souza Leite;

*** 2- Hilza de Souza Leite Guimarães, falecida em 2009, aos 87 anos, casada com Octávio de Castro Guimarães;

*** 3- Elza de Souza Leite Scatena, casada com Dr. José Scatena, filho de Aurélia Cancian e Ernesto Scatena;

*** 3- Lucy de  Souza Leite, casada com Luiz Carlos de Oliveira;

Avós de: João Pedro e Ana Lúcia Scatena, Vera Lígia de Souza Leite Scatena (04.11.1950), Renato Fairbanks Barbosa, Fernanda Cristina Souza Leite de Oliveira, Marcelo Augusto de Oliveira e Adriana Souza Leite Guimarães.
—————————————————————————————————————————————–** 7- Olympia Erbolato Curcio (17.10.1902-01.07.1982), casou-se com 06 de abril de 1931, com Paschoal Curcio (28.07.1903, em Monte Leone, Calabria, Italy-28.03.1972), filho de Paulo Curcio e Prudência Curciurria Curcio, era funcionário público municipal.

Filhos: *** 1- Cleto Erbolato Curcio (20.03.1932-29.06.1989), casado com Rosamari Fittipaldi Fernandes, filha de Guilherme Hermann Neves Fernandes e Rosinha Fittipaldi;

 

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—————————————————————————————————————————————–** 8- Octávio Erbolato (06.06.1905-02.12.1972), casou-se em 14 de novembro de 1928, com Clementina (Tita) Wohnrath Erbolato (14.11.1905-09.05.1997), filha de Christina de Lucca e Severo Whonrath.

 

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Erbolato

 

Filhos: *** 1- Newton Erbolato, casado com Dília Tilli, filha de Anna (Nina) Caprioli e Ferdinando (Fiori) Tilli;

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Da esquerda para a direita: Octávio Erbolato e Clementina Erbolato (Tita), Newton Erbolato, Dília Tilli Erbolato, Anna Caprioli Tilli (Nina) e Ferdinando Tilli (Seu Fiori).

*** 2- Norberto Erbolato (09.04.1935-25.06.1998).

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** 9- Prof. Carlos Alberto Erbolato, vereador em S. Carlos, casado com Maria Yolanda Ferraz de Siqueira, filha de Francisco Porto Siqueira e ;
Filhos: *** 1- Profa. Dra. Lélia Erbolato (13.02.1939), casada com…. Melo;
—————————————————————————————————————————————–** 10- Walter Matesco Erbolato (26.06.1910-15.03.1975), casado com Maria Mion Jeremias (01.06.1913-18.11.1989).
Filhos: *** 1- Sérgio Walter (10.04.1936-26.05.2015), casado com Julmar Boccaletti, filha de Maria Lulu e Júlio Boccaletti, pais de José Arthur, Alexandra, José Augusto e Andréa;
*** 2- Flávio, casado com Maria Sílvia Freitas Munia;

*** 3- Eduardo Erbolato (29.11.1944-15.01.1945)

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—————————————————————————————————————————————–* 11- Dr. Dante Erbolato (04.06.1914-23.04.1974), casado com Aracy Bueno de Mello;
Filhos: *** Carmen Sílvia (1941), casada com Caio Queiróz Guimarães;
*** José Roberto, casado com Raquel Krum;
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* 2- ELISA ERBOLATO BALDAN, nascida em 1869 e casada com Antônio Baldan (Bordon?);

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Registro de casamento de Giovanni Battista e Catterina Gasparini

 

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Registro de casamento de Antônio Bordon e Rosa Orbolato???

 

Francisco de Almeida Lopes

Publicado 29/03/2017 por lcs2308
Francisco de Almeida Lopes, conhecido como “Chiquinho”, nasceu em 1909, em Valinhos. Filho de José Pereira de Almeida Lopes, administrador de fazenda, tenente da Guarda Nacional e subdelegado e de Maria das Dores Godoy de Lima.
Francisco de Almeida Lopes, no Largo do Pará, na década de 30.

Francisco de Almeida Lopes, no Largo do Pará, na década de 30.

Chiquinho era o caçula do casal. Com 10 anos de idade ficou órfão, indo morar com sua tia materna Faustina Godoy de Lima Carvalho que não tinha filhos e que acabou praticamente criando vários sobrinhos e sobrinhas, em Campinas. Na casa de Fausta, Chiquinho conviveu com o garoto Airton Rodrigues, mais tarde famoso produtor e apresentador de TV, também criado por ela.
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Carlos Eduardo Devienne, a mãe Anselma Godoy de Lima Devienne, a segunda esposa Avelina Almeida e os filhos. Foto Frederico Hahn

Desde criança era fascinado por cinema, arte que conheceu já em Campinas. Possuía uma caligrafia impecável e adorava desenhar. Era a veia artística brotando desde cedo. Por volta da metade dos anos 1920, Chiquinho juntou-se aos primos Carlos Eduardo e Alfredo Devienne  e o marido de uma prima, Benedicto Monteiro, que pretendiam ir para Ourinhos, município na divisa com o Norte do Paraná, a fim de trabalharem na Companhia Ferroviária São Paulo-Paraná, mantida por capitais ingleses, e com sede naquela cidade. Chiquinho nela ingressou como aprendiz, em 1928, lá trabalhando até aposentar em 1963.
Outra paixão que despertou cedo no jovem Chiquinho foi a fotografia. Aos vinte anos já tinha sua primeira máquina fotográfica, instrumento que o acompanharia até adoecer, em 1984. Sua máquina fotográfica nunca esteve sem filme, sendo utilizada para captar instantâneos de familiares, amigos, amigas e dos locais que conheceu. Foi o primeiro a fotografar desfiles em Ourinhos, ainda nos anos 1930. Amigo próximo de todos os fotógrafos profissionais da cidade, colaborou com vária gerações . Desse modo, a cidade que o acolheu e que tanto amou foi objeto do carinho de sua objetiva ao longo de 60 anos.
   Casou-se em 08 de julho de 1943, com Amélia das Neves Lopes (1923-2010), filha de José das Neves Júnior e pais do Prof. José Carlos.
Casamento

Casamento de Amélia das Neves e Francisco de Almeida Lopes, em 8/7/1943. Autoria Frederico Hahn, o original contém uma dedicatória de Frederico. O vestido de noiva foi confeccionado por Maria Petronilha.

 

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Amélia Neves Lopes e o filho José Carlos.

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Amélia em 1949

Gostava muito  de viajar e de ler sobre ficção científica, cinema e fotografia. Assinava uma revista mensal sobre fotografia por meio da qual pode aperfeiçoar a sua arte.  Foi um mestre na foto preto e branco, experimentando, a partir dos anos 1950, o slide colorido e mais tarde a foto colorida. Nas três foi capaz de produzir trabalhos excelentes. Pretendia, com as fotos em slide, despertar o interesse dos fabricantes de cartões postais. As fotos eram tão boas que nunca os entusiasmaram. Outra arte inata que desenvolveu foi o trabalho de colorir fotos de pessoas. Trabalho meticuloso que lhe consumia muitas horas.
A pintura de paisagens em folhas de duratex foi também objeto de seu trabalho nos últimos anos de vida.
   Chiquinho faleceu em 1987.
FONTES
http://almeidalopes.blogspot.com.br/

JOAQUIM DE SOUZA RIBEIRO

Publicado 29/03/2017 por lcs2308

Joaquim de Souza Ribeiro, nasceu em Caitité, na Bahia, em 9 de janeiro de 1884. Poeta, Médico homeopata e Dentista. Espírita combativo, de convicções profundas. Sua vida foi inteiramente dedicada à difusão da Doutrina Espírita.

Transferido sua residência pra cá,  formou-se em 1907, pela Faculdade de Odontologia de São Paulo.

Em 1920, concluiu o curso de medicina, na Faculdade de Medicina Hahnemaniana, no Rio de Janeiro. Foi diretor-tesoureiro do jornal “Correio Popular”, de Campinas e Vice Presidente do Sanatório Santa Isabel, onde exerceu sua atividade profissional com zelo, competência e grande dedicação.

Espírita tornou-se um dos grande propagadores da doutrina de Allan Kardec, realizando conferências em diversas cidades. Em numerosos periódicos especializados, sustentou acirrada polêmica sobre temas espíritas, onde demonstrou profundos conhecimentos, argumentando com clareza e elegância os princípios filosóficos e religiosos que professava.

Seu nome tornou-se conhecido, pois além de suas atividades de propagador do espiritismo, foi médico e dentista muito competente e caridoso, praticando o bem e tratando os mais humildes com carinho e extrema dedicação.

Casou-se com Nancy Pacheco Souza Ribeiro, pais de: Omar, Alaor, Dirce, Nise, Hilton e Elcy;

Sogro de: Maria Cecília Pelicano, Ermida Zial Ribeiro, Cândido Dias Castejon, Edeberto Silva, Olga R. Souza Ribeiro.

Quando do seu sepultamento,  o jornalista João Simples, publicou no “Correio Popular” uma crônica, na qual, expressando o pensamento de todos que formam beneficiados pelo morto, indagava: “Quem foi, no final das contas, Souza Ribeiro? Uma potência do comércio, um magnata da indústria, um político de evidência e prestígio, para que o seu pensamento fosse assim tão intensamente sentido em todos os cantos onde pulse um coração humano? Nada disso, Souza Ribeiro foi, simplesmente, um Apóstolo do Bem. E, como Apóstolo do Bem, um lutador incansável pela implantação, nas almas entorpecidas por preconceitos errôneos e rançosos, dos verdadeiros ensinamentos do Divino Mestre, tão claramente expostos nos Evangelhos e tão nefastamente deturpados pelos cegos que não querem ouvir. Sua única arma, nas pelejas memoráveis que travou com adversários poderosos, não foi o punhal da mistificação e da insídia: foi o escudo inquebrantável da Verdade do Cristo, assimiladas das páginas sagradas do Novo Testamento! Por isso venceu! Por isso nunca foi vencido. Ele foi realmente predestinado”.

Autor de livros de grande divulgação, previu sua própria morte, escrevendo no dia em que faleceu, isto é, em 18 de janeiro de 1956, aos 72 anos, uma de suas mais belas poesias.

 

FONTES  BIBLIOGRÁFICAS:

Nogueira  Brito, Antônio Carlos- Dr. Jonathas de Freitas Pedroza: Dos  Bancos da Faculdade de Medicina da Bahia, Do Terreiro de Jesus à Cadeira de Governador do  Estado do  Amazonas , Brasil- Gazeta Médicada Bahia, Ano 144-Volume 80. Número 2. Salvador, Bahia , maio a julho de 2010.

Ribeiro, Joaquim de Souza- Disponível em http:// http://www.espiritsmog.com.br/biografias/ribeiro.htm. Acesso em 2 de setembro de 2009.

Revista Correio Popular

Publicado 29/03/2017 por lcs2308

Campinas, 4 de maio de 1997.

“O Correio Popular [ CPopular CPopular] procurou pelos descendentes dos grandes fazendeiros do século passado e encontrou histórias fascinantes.” Assim registra o jornalista Rogério Verzignasse, autor da reportagem de capa da Revista Correio Popular de quatro de maio de 1997, com interessantíssimos depoimentos entre as páginas 10 (dez) e 15 (quinze) dessa publicação.

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COHAB

Publicado 17/02/2017 por lcs2308

A Companhia de Habitação Popular de Campinas (Cohab) empresa de economia mista, foi criada em 17 de fevereiro de 1965 através da Lei 3.213, tendo como acionista majoritária a Prefeitura Municipal de Campinas.

De cunho eminentemente social, tem por objetivo a realização do programa habitacional do município, em conformidade com as diretrizes traçadas pela Administração Municipal, promovendo o planejamento, a produção, o financiamento e a comercialização de moradias para a faixa de interesse social.
No âmbito municipal e regional, na qualidade de agente financeiro e promotor do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) foi a responsável pela aplicação da política nacional de habitação, que opera com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), além da implantação de outros programas para financiamento da moradia criados com recursos próprios e de terceiros, que objetivam a redução do déficit de habitações.

No final do exercício de 2003 seu capital social era de R$ 3.754.510,92 (três milhões, setecentos e cinqüenta e quatro mil, quinhentos e dez reais e noventa e dois centavos), sendo seus acionistas, além da Prefeitura Municipal de Campinas, : Anna Maria Afonso Ferreira, Antônio Leite Carvalhaes, Elvino Silva Filho, Geraldo César Bassoli Cezare e Vera Júlio Gomes Balbo e/ou Sônia Gomes Júlio Mossa

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PRESIDENTES DA COHAB-CAMPINAS
De 1965 aos dias atuais
Gestão Titular
Junho 1965
Setembro 1967
Anna Maria Afonso Ferreira
Setembro 1967
Fevereiro 1969
Elvino Silva Filho
Fevereiro 1969
Março 1969
Lauro Péricles Gonçalves
Março 1969
Outubro 1976
Camilo Geraldo de Souza Coelho
Outubro 1976
Outubro 1976
Anna Maria Afonso Ferreira
Fevereiro 1977
Outubro 1976
Plínio Junqueira de Castro
Julho 1977
Maio 1982
Antônio Galvão Coelho de Miranda
Maio 1982
Fevereiro 1983
Manoel Policarpo de Azevedo Jóffily
Fevereiro 1983
Janeiro 1989
Antônio Galvão Coelho de Miranda
Janeiro 1989
Fevereiro 1991
César Augusto de Paula Pinto
Fevereiro 1991
Setembro 1992
Rita de Cássia Angarten Marchiore
Setembro 1992
Janeiro 1993
Luiz da Silva Freitas Júnior II
Janeiro 1993
Janeiro 1995
Cesare Manfredi
Janeiro 1995
Novembro 1995
José Luiz Camargo Guazzelli
Novembro 1995
Janeiro 1997
César de Camargo Galli
Fevereiro 1997
Julho 1997
Lauro de Moraes Filho
Julho 1997
Setembro 1997
Pedro Benedito Maciel Neto
Setembro 1997
Fevereiro 1998
Geraldo César Bassoli Cezare
Fevereiro 1998
Março 1998
Vera Helena Lavras Queiroz Teles Coelho
Março 1998
Março 2000
Rubens Guilherme
Março 2000
Janeiro 2001
Miguel Antônio Silva Padilha
Janeiro 2001
Maio 2002
Ari Vicente Fernandes
Maio 2002
Janeiro 2009
Fernando Vaz Pupo
Janeiro 2009
Setembro 2011
André Luiz de Camargo Von Zuben
Setembro 2011
Janeiro 2012
Ângelo Barreto
Janeiro 2012
Dezembro 2012
Clélio Aparecido Leme
Janeiro 2013
Janeiro de 2014
Ricardo Augusto Fabiano Chiminazzo
Janeiro 2014
Dezembro 2016
Ana Maria Minniti Amoroso
Janeiro 2017
Samuel Ribeiro Rossilho

 

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Vila Rica

Família Anderson

Publicado 24/01/2017 por lcs2308

FAMÍLIA ANDERSON

Pedro Abrahão Anderson, era natural da Suécia, filho de Pedro Abrahão Anderson e Harna A. Dotter, faleceu em 23 de agosto de 1903, aos 67 anos.

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E consul sueco nos EUA, quando veio fugido para o Brasil, por conta da Guerra da Secessão Americana. Vendo a carência de tudo por aqui, passou a se dedicar a importação. Tinha barracões para depósito das importações, que chegavam de trem na Estação Paulista. Homem visionário, soube identificar as oportunidade de negócio e enriqueceu.

Casou-se em 22 de setembro de 1877, com Esmeralda Ambrosina Fragoso Anderson, filha de Miguel Caetano Alves Fragoso e Gertrudes Maria Meirelles Fragoso.

Deste matrimônio nasceu:

* 1- Maria Carmen Anderson Vieira da Silva, nascida em 27 de setembro de 1878, batizada em 18 de fevereiro de 1879 e falecida em setembro de 1956, aos 77 anos, casada com Augusto Vieira da Silva, falecido em 28 de janeiro de 1962.

 

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Augusto Vieira da Silva, foi tesoureiro da Associação Comercial de Campinas.

Filhos:
** 1- Maria Aparecida, falecida em 1975, casada com José Vasconcelos Barbosa, falecido em 19 de fevereiro de 1964;

** 2- Eugênio, casado com Maria de Lourdes;

** 3- Celso, nascido em 27 de agosto de 1912 e falecido em 28 de novembro de 1982;

** 4- Leonor, casada com Antônio Fonseca, falecido em 21 de abril de 1973, filho de Ignácio Fonseca;

** 5- Zuleika, casada com Roberto Machado;

Netos: *** 1- Nelson Vieira Vasconcellos, Maria Aparecida, Maria Cristina, Maria Rosa, Maria Ângela, Vera e Antônio;

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* 2- Alberto Elizabeth Anderson, nascido em 29 de novembro de 1879, batizado em 06 de junho de 1880 e falecido em fevereiro de 1926, aos 46 anos, casou-se em 08 de junho de 1907, com Ismênia de Oliveira Jacob, falecida em 23 de julho de 1952, aos 61 anos, filha de Germano Jacob e Angelina Leite de Oliveira.

Filhos:
** 1- Pedro, falecido em novembro de 1908;

** 2- Lucy (06.01.1911-26.06.1999), casada com Leôncio de Souza Queiroz (12.05.1907-20.09.1992);

** 3- Walter, casado com Lília Vidal;

** 4- Alberto, nascido em 23 de agosto de 1925 e falecido em 23 de setembro de 1995, casado com Maria José Waldemarin, nascida em 12 de janeiro de 1927 e falecida em 16 de fevereiro de 2010;

Netos: *** 1- Leôncio de Souza Queiroz Filho (17.04.1935-29.07.2007), médico oftalmologista, formado pela Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro (Praia Vermelha). Trabalhou por 47 anos no Instituto Penidu Burnier, onde assumiu diversos cargos diretivos, também frente, à Associação Médica do Instituto Penido Burnier e da Fundação Dr. João Penido Burnier. Foi presidente do Lions Club Campinas-Centro, fundador do Banco de Olhos de Campinas e fundador do Banco de Olhos do Lions Internacional. Teve intensa produção científica na oftalmologia, casado com Marina Soares;

*** 2- Pedro Alberto Vidal Anderson;
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* 2- Pedro Abrahão Anderson Filho, nascido em 23 de janeiro de 1882, batizado em 11 de março de 1882 e falecido em 26 de novembro de 1930.
Em 1893, em companhia dos pais e irmãos, foi para os Estados Unidos, onde frequentou colégios em Nova Iorque e Carolina do Norte. Em 1897, regressou para o Brasil, como seu pai, foi também, industrial, comerciante e agricultor. Vereador por várias legislaturas, e em 1922, foi membro da Comissão de Festejos do Centenário da Independência do Brasil. Era membro de diretorias de diversas associações beneficentes, presidente da Associação Comercial e do Asylo de Inválidos (hoje Lar dos Velhinhos).

Casou-se em primeiras núpcias com Gertrudes Fragoso, falecida em 1909 e em segundas núpcias, com 22 de julho de 1911, com Carmen Schreiner Anderson (15.06.1889-03.08.1946), filha de Luiz Manoel Schreiner e Maria Álvares.

Deste matrimônio nasceu:

** 1- Pedro (23.08.1907-30.10.1986);

** 2- Carmen (Carminha), nascida em 20 de agosto de 1912 e falecida em 10 de março de 1913, vitimada por eclampsia;

** 3- Gilda (10.11.1915-03.07.2011), casada com Djalma Pio de Marinho Bittencourt (18.12.1905-19.09.1990), filho de Nicolina Ferreira de Almeida e

** 4- Pedro Geraldo (Pedrinho), nascido em 06 de dezembro de 1916 e falecido em 24 de julho 1919, vitimado por uremia;

** 5- José, falecido em 09 de novembro de 1968, casado com Maria de Lourdes Nogueira, filha de Antônio Nogueira Ferraz e de Ernestina Júlia Dias;

** 6- Maria, casada com Mário Álvares Schreiner (11.06.1898-30.05.1980);

** 7- Irmã Maria Helena, religiosa;

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* 3- Innocência Anderson, batizada em 11 de agosto de 1883;

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* 4- Anna Gertrudes Anderson Neger, nasceu em 21 de novembro de 1884 e faleceu em 02 de dezembro de 1931, casou-se em 11 de novembro de 1905, com Vergniaud Neger (26.09.1873-12.07.1963), engenheiro da Cia Mogyana, filho de Marcellino Neger e de Maria do Carmo Salman.

Deste matrimônio nasceu:
** 1- José;

** 2- Margarida (18.03.1909-26.05.1989), casada com Theodoro Augusto Pádua e Castro;

** 3- Elzira, falecida em 06 de agosto de 1999, casada com Floriano Peixoto Midon, falecido em 01 de novembro de 1983, filho de Henrique Gaspar Midon e Isaura Rocha Midon;

** 4- Oswaldo (23.06.1911-22.04.1913, vitimado por coqueluche);

** 5- Zuleika (04.09.1912-02.04.1913, vitimado por coqueluche);

** 6- Oswaldo (16.08.1913-11.10.1993)

** 7- Jayme (11.06.1915-23.02.1939), cirurgião-dentista, casado com Apparecida Toledo Castro;

** 8- Ilze (17.01.1924-12.09.2008), casada com João Marques (21.10.1915-05.05.2000), filho de João Benedito Marques e Luzia D’Avila Marques;

Avó de Ana Cecília Ferraz!

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* 5- Emília Anderson Oliveira Penna, nascida em 02 de outubro de 1891, batizada em 22 de novembro de 1891, casada com Agrícola Oliveira Penna, filho de Francisca de Paula Oliveira Penna, falecida em 19 de fevereiro de 1943 e Manuel Camillo de Oliveira Penna, pertencente a família Marcondes Machado, sendo neto paterno, do Comendador Francisco Marcondes Machado e de Maria dos Remédios;

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* 6- Miguel Arnaldo Anderson, nascido em 17 de dezembro de 1894 e falecido em 28 de julho de 1977, casado com Maria Paes Anderson.

Deste matrimônio nasceu:

** 1- Helena (11.09.1922-19.05.2013, casada com João Rotolo;

** 2- Miguel Júnior, casado com Lúcia Luporini;

** 3- Mary Ann, casada com Ardely MonteiroCoutinho;

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* 7- José Américo (Joé) Anderson.

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