Francisco de Almeida Lopes

Publicado 29/03/2017 por lcs2308
Francisco de Almeida Lopes, conhecido como “Chiquinho”, nasceu em 1909, em Valinhos. Filho de José Pereira de Almeida Lopes, administrador de fazenda, tenente da Guarda Nacional e subdelegado e de Maria das Dores Godoy de Lima.
Francisco de Almeida Lopes, no Largo do Pará, na década de 30.

Francisco de Almeida Lopes, no Largo do Pará, na década de 30.

Chiquinho era o caçula do casal. Com 10 anos de idade ficou órfão, indo morar com sua tia materna Faustina Godoy de Lima Carvalho que não tinha filhos e que acabou praticamente criando vários sobrinhos e sobrinhas, em Campinas. Na casa de Fausta, Chiquinho conviveu com o garoto Airton Rodrigues, mais tarde famoso produtor e apresentador de TV, também criado por ela.
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Carlos Eduardo Devienne, a mãe Anselma Godoy de Lima Devienne, a segunda esposa Avelina Almeida e os filhos. Foto Frederico Hahn

Desde criança era fascinado por cinema, arte que conheceu já em Campinas. Possuía uma caligrafia impecável e adorava desenhar. Era a veia artística brotando desde cedo. Por volta da metade dos anos 1920, Chiquinho juntou-se aos primos Carlos Eduardo e Alfredo Devienne  e o marido de uma prima, Benedicto Monteiro, que pretendiam ir para Ourinhos, município na divisa com o Norte do Paraná, a fim de trabalharem na Companhia Ferroviária São Paulo-Paraná, mantida por capitais ingleses, e com sede naquela cidade. Chiquinho nela ingressou como aprendiz, em 1928, lá trabalhando até aposentar em 1963.
Outra paixão que despertou cedo no jovem Chiquinho foi a fotografia. Aos vinte anos já tinha sua primeira máquina fotográfica, instrumento que o acompanharia até adoecer, em 1984. Sua máquina fotográfica nunca esteve sem filme, sendo utilizada para captar instantâneos de familiares, amigos, amigas e dos locais que conheceu. Foi o primeiro a fotografar desfiles em Ourinhos, ainda nos anos 1930. Amigo próximo de todos os fotógrafos profissionais da cidade, colaborou com vária gerações . Desse modo, a cidade que o acolheu e que tanto amou foi objeto do carinho de sua objetiva ao longo de 60 anos.
   Casou-se em 08 de julho de 1943, com Amélia das Neves Lopes (1923-2010), filha de José das Neves Júnior e pais do Prof. José Carlos.
Casamento

Casamento de Amélia das Neves e Francisco de Almeida Lopes, em 8/7/1943. Autoria Frederico Hahn, o original contém uma dedicatória de Frederico. O vestido de noiva foi confeccionado por Maria Petronilha.

 

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Amélia Neves Lopes e o filho José Carlos.

Amélia-1949

Amélia em 1949

Gostava muito  de viajar e de ler sobre ficção científica, cinema e fotografia. Assinava uma revista mensal sobre fotografia por meio da qual pode aperfeiçoar a sua arte.  Foi um mestre na foto preto e branco, experimentando, a partir dos anos 1950, o slide colorido e mais tarde a foto colorida. Nas três foi capaz de produzir trabalhos excelentes. Pretendia, com as fotos em slide, despertar o interesse dos fabricantes de cartões postais. As fotos eram tão boas que nunca os entusiasmaram. Outra arte inata que desenvolveu foi o trabalho de colorir fotos de pessoas. Trabalho meticuloso que lhe consumia muitas horas.
A pintura de paisagens em folhas de duratex foi também objeto de seu trabalho nos últimos anos de vida.
   Chiquinho faleceu em 1987.
FONTES
http://almeidalopes.blogspot.com.br/

JOAQUIM DE SOUZA RIBEIRO

Publicado 29/03/2017 por lcs2308

Joaquim de Souza Ribeiro, nasceu em Caitité, na Bahia, em 9 de janeiro de 1884. Poeta, Médico homeopata e Dentista. Espírita combativo, de convicções profundas. Sua vida foi inteiramente dedicada à difusão da Doutrina Espírita.

Transferido sua residência pra cá,  formou-se em 1907, pela Faculdade de Odontologia de São Paulo.

Em 1920, concluiu o curso de medicina, na Faculdade de Medicina Hahnemaniana, no Rio de Janeiro. Foi diretor-tesoureiro do jornal “Correio Popular”, de Campinas e Vice Presidente do Sanatório Santa Isabel, onde exerceu sua atividade profissional com zelo, competência e grande dedicação.

Espírita tornou-se um dos grande propagadores da doutrina de Allan Kardec, realizando conferências em diversas cidades. Em numerosos periódicos especializados, sustentou acirrada polêmica sobre temas espíritas, onde demonstrou profundos conhecimentos, argumentando com clareza e elegância os princípios filosóficos e religiosos que professava.

Seu nome tornou-se conhecido, pois além de suas atividades de propagador do espiritismo, foi médico e dentista muito competente e caridoso, praticando o bem e tratando os mais humildes com carinho e extrema dedicação.

Casou-se com Nancy Pacheco Souza Ribeiro, pais de: Omar, Alaor, Dirce, Nise, Hilton e Elcy;

Sogro de: Maria Cecília Pelicano, Ermida Zial Ribeiro, Cândido Dias Castejon, Edeberto Silva, Olga R. Souza Ribeiro.

Quando do seu sepultamento,  o jornalista João Simples, publicou no “Correio Popular” uma crônica, na qual, expressando o pensamento de todos que formam beneficiados pelo morto, indagava: “Quem foi, no final das contas, Souza Ribeiro? Uma potência do comércio, um magnata da indústria, um político de evidência e prestígio, para que o seu pensamento fosse assim tão intensamente sentido em todos os cantos onde pulse um coração humano? Nada disso, Souza Ribeiro foi, simplesmente, um Apóstolo do Bem. E, como Apóstolo do Bem, um lutador incansável pela implantação, nas almas entorpecidas por preconceitos errôneos e rançosos, dos verdadeiros ensinamentos do Divino Mestre, tão claramente expostos nos Evangelhos e tão nefastamente deturpados pelos cegos que não querem ouvir. Sua única arma, nas pelejas memoráveis que travou com adversários poderosos, não foi o punhal da mistificação e da insídia: foi o escudo inquebrantável da Verdade do Cristo, assimiladas das páginas sagradas do Novo Testamento! Por isso venceu! Por isso nunca foi vencido. Ele foi realmente predestinado”.

Autor de livros de grande divulgação, previu sua própria morte, escrevendo no dia em que faleceu, isto é, em 18 de janeiro de 1956, aos 72 anos, uma de suas mais belas poesias.

 

FONTES  BIBLIOGRÁFICAS:

Nogueira  Brito, Antônio Carlos- Dr. Jonathas de Freitas Pedroza: Dos  Bancos da Faculdade de Medicina da Bahia, Do Terreiro de Jesus à Cadeira de Governador do  Estado do  Amazonas , Brasil- Gazeta Médicada Bahia, Ano 144-Volume 80. Número 2. Salvador, Bahia , maio a julho de 2010.

Ribeiro, Joaquim de Souza- Disponível em http:// http://www.espiritsmog.com.br/biografias/ribeiro.htm. Acesso em 2 de setembro de 2009.

Revista Correio Popular

Publicado 29/03/2017 por lcs2308

Campinas, 4 de maio de 1997.

“O Correio Popular [ CPopular CPopular] procurou pelos descendentes dos grandes fazendeiros do século passado e encontrou histórias fascinantes.” Assim registra o jornalista Rogério Verzignasse, autor da reportagem de capa da Revista Correio Popular de quatro de maio de 1997, com interessantíssimos depoimentos entre as páginas 10 (dez) e 15 (quinze) dessa publicação.

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COHAB

Publicado 17/02/2017 por lcs2308

A Companhia de Habitação Popular de Campinas (Cohab) empresa de economia mista, foi criada em 17 de fevereiro de 1965 através da Lei 3.213, tendo como acionista majoritária a Prefeitura Municipal de Campinas.

De cunho eminentemente social, tem por objetivo a realização do programa habitacional do município, em conformidade com as diretrizes traçadas pela Administração Municipal, promovendo o planejamento, a produção, o financiamento e a comercialização de moradias para a faixa de interesse social.
No âmbito municipal e regional, na qualidade de agente financeiro e promotor do Sistema Financeiro da Habitação (SFH) foi a responsável pela aplicação da política nacional de habitação, que opera com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), além da implantação de outros programas para financiamento da moradia criados com recursos próprios e de terceiros, que objetivam a redução do déficit de habitações.

No final do exercício de 2003 seu capital social era de R$ 3.754.510,92 (três milhões, setecentos e cinqüenta e quatro mil, quinhentos e dez reais e noventa e dois centavos), sendo seus acionistas, além da Prefeitura Municipal de Campinas, : Anna Maria Afonso Ferreira, Antônio Leite Carvalhaes, Elvino Silva Filho, Geraldo César Bassoli Cezare e Vera Júlio Gomes Balbo e/ou Sônia Gomes Júlio Mossa

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PRESIDENTES DA COHAB-CAMPINAS
De 1965 aos dias atuais
Gestão Titular
Junho 1965
Setembro 1967
Anna Maria Afonso Ferreira
Setembro 1967
Fevereiro 1969
Elvino Silva Filho
Fevereiro 1969
Março 1969
Lauro Péricles Gonçalves
Março 1969
Outubro 1976
Camilo Geraldo de Souza Coelho
Outubro 1976
Outubro 1976
Anna Maria Afonso Ferreira
Fevereiro 1977
Outubro 1976
Plínio Junqueira de Castro
Julho 1977
Maio 1982
Antônio Galvão Coelho de Miranda
Maio 1982
Fevereiro 1983
Manoel Policarpo de Azevedo Jóffily
Fevereiro 1983
Janeiro 1989
Antônio Galvão Coelho de Miranda
Janeiro 1989
Fevereiro 1991
César Augusto de Paula Pinto
Fevereiro 1991
Setembro 1992
Rita de Cássia Angarten Marchiore
Setembro 1992
Janeiro 1993
Luiz da Silva Freitas Júnior II
Janeiro 1993
Janeiro 1995
Cesare Manfredi
Janeiro 1995
Novembro 1995
José Luiz Camargo Guazzelli
Novembro 1995
Janeiro 1997
César de Camargo Galli
Fevereiro 1997
Julho 1997
Lauro de Moraes Filho
Julho 1997
Setembro 1997
Pedro Benedito Maciel Neto
Setembro 1997
Fevereiro 1998
Geraldo César Bassoli Cezare
Fevereiro 1998
Março 1998
Vera Helena Lavras Queiroz Teles Coelho
Março 1998
Março 2000
Rubens Guilherme
Março 2000
Janeiro 2001
Miguel Antônio Silva Padilha
Janeiro 2001
Maio 2002
Ari Vicente Fernandes
Maio 2002
Janeiro 2009
Fernando Vaz Pupo
Janeiro 2009
Setembro 2011
André Luiz de Camargo Von Zuben
Setembro 2011
Janeiro 2012
Ângelo Barreto
Janeiro 2012
Dezembro 2012
Clélio Aparecido Leme
Janeiro 2013
Janeiro de 2014
Ricardo Augusto Fabiano Chiminazzo
Janeiro 2014
Dezembro 2016
Ana Maria Minniti Amoroso
Janeiro 2017
Samuel Ribeiro Rossilho

 

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Vila Rica

Família Anderson

Publicado 24/01/2017 por lcs2308

FAMÍLIA ANDERSON

Pedro Abrahão Anderson, era natural da Suécia, filho de Pedro Abrahão Anderson e Harna A. Dotter, faleceu em 23 de agosto de 1903, aos 67 anos.

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E consul sueco nos EUA, quando veio fugido para o Brasil, por conta da Guerra da Secessão Americana. Vendo a carência de tudo por aqui, passou a se dedicar a importação. Tinha barracões para depósito das importações, que chegavam de trem na Estação Paulista. Homem visionário, soube identificar as oportunidade de negócio e enriqueceu.

Casou-se em 22 de setembro de 1877, com Esmeralda Ambrosina Fragoso Anderson, filha de Miguel Caetano Alves Fragoso e Gertrudes Maria Meirelles Fragoso.

Deste matrimônio nasceu:

* 1- Maria Carmen Anderson Vieira da Silva, nascida em 27 de setembro de 1878, batizada em 18 de fevereiro de 1879 e falecida em setembro de 1956, aos 77 anos, casada com Augusto Vieira da Silva, falecido em 28 de janeiro de 1962.

 

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Augusto Vieira da Silva, foi tesoureiro da Associação Comercial de Campinas.

Filhos:
** 1- Maria Aparecida, falecida em 1975, casada com José Vasconcelos Barbosa, falecido em 19 de fevereiro de 1964;

** 2- Eugênio, casado com Maria de Lourdes;

** 3- Celso, nascido em 27 de agosto de 1912 e falecido em 28 de novembro de 1982;

** 4- Leonor, casada com Antônio Fonseca, falecido em 21 de abril de 1973, filho de Ignácio Fonseca;

** 5- Zuleika, casada com Roberto Machado;

Netos: *** 1- Nelson Vieira Vasconcellos, Maria Aparecida, Maria Cristina, Maria Rosa, Maria Ângela, Vera e Antônio;

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* 2- Alberto Elizabeth Anderson, nascido em 29 de novembro de 1879, batizado em 06 de junho de 1880 e falecido em fevereiro de 1926, aos 46 anos, casou-se em 08 de junho de 1907, com Ismênia de Oliveira Jacob, falecida em 23 de julho de 1952, aos 61 anos, filha de Germano Jacob e Angelina Leite de Oliveira.

Filhos:
** 1- Pedro, falecido em novembro de 1908;

** 2- Lucy (06.01.1911-26.06.1999), casada com Leôncio de Souza Queiroz (12.05.1907-20.09.1992);

** 3- Walter, casado com Lília Vidal;

** 4- Alberto, nascido em 23 de agosto de 1925 e falecido em 23 de setembro de 1995, casado com Maria José Waldemarin, nascida em 12 de janeiro de 1927 e falecida em 16 de fevereiro de 2010;

Netos: *** 1- Leôncio de Souza Queiroz Filho (17.04.1935-29.07.2007), médico oftalmologista, formado pela Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro (Praia Vermelha). Trabalhou por 47 anos no Instituto Penidu Burnier, onde assumiu diversos cargos diretivos, também frente, à Associação Médica do Instituto Penido Burnier e da Fundação Dr. João Penido Burnier. Foi presidente do Lions Club Campinas-Centro, fundador do Banco de Olhos de Campinas e fundador do Banco de Olhos do Lions Internacional. Teve intensa produção científica na oftalmologia, casado com Marina Soares;

*** 2- Pedro Alberto Vidal Anderson;
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* 2- Pedro Abrahão Anderson Filho, nascido em 23 de janeiro de 1882, batizado em 11 de março de 1882 e falecido em 26 de novembro de 1930.
Em 1893, em companhia dos pais e irmãos, foi para os Estados Unidos, onde frequentou colégios em Nova Iorque e Carolina do Norte. Em 1897, regressou para o Brasil, como seu pai, foi também, industrial, comerciante e agricultor. Vereador por várias legislaturas, e em 1922, foi membro da Comissão de Festejos do Centenário da Independência do Brasil. Era membro de diretorias de diversas associações beneficentes, presidente da Associação Comercial e do Asylo de Inválidos (hoje Lar dos Velhinhos).

Casou-se em primeiras núpcias com Gertrudes Fragoso, falecida em 1909 e em segundas núpcias, com 22 de julho de 1911, com Carmen Schreiner Anderson (15.06.1889-03.08.1946), filha de Luiz Manoel Schreiner e Maria Álvares.

Deste matrimônio nasceu:

** 1- Pedro (23.08.1907-30.10.1986);

** 2- Carmen (Carminha), nascida em 20 de agosto de 1912 e falecida em 10 de março de 1913, vitimada por eclampsia;

** 3- Gilda (10.11.1915-03.07.2011), casada com Djalma Pio de Marinho Bittencourt (18.12.1905-19.09.1990), filho de Nicolina Ferreira de Almeida e

** 4- Pedro Geraldo (Pedrinho), nascido em 06 de dezembro de 1916 e falecido em 24 de julho 1919, vitimado por uremia;

** 5- José, falecido em 09 de novembro de 1968, casado com Maria de Lourdes Nogueira, filha de Antônio Nogueira Ferraz e de Ernestina Júlia Dias;

** 6- Maria, casada com Mário Álvares Schreiner (11.06.1898-30.05.1980);

** 7- Irmã Maria Helena, religiosa;

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* 3- Innocência Anderson, batizada em 11 de agosto de 1883;

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* 4- Anna Gertrudes Anderson Neger, nasceu em 21 de novembro de 1884 e faleceu em 02 de dezembro de 1931, casou-se em 11 de novembro de 1905, com Vergniaud Neger (26.09.1873-12.07.1963), engenheiro da Cia Mogyana, filho de Marcellino Neger e de Maria do Carmo Salman.

Deste matrimônio nasceu:
** 1- José;

** 2- Margarida (18.03.1909-26.05.1989), casada com Theodoro Augusto Pádua e Castro;

** 3- Elzira, falecida em 06 de agosto de 1999, casada com Floriano Peixoto Midon, falecido em 01 de novembro de 1983, filho de Henrique Gaspar Midon e Isaura Rocha Midon;

** 4- Oswaldo (23.06.1911-22.04.1913, vitimado por coqueluche);

** 5- Zuleika (04.09.1912-02.04.1913, vitimado por coqueluche);

** 6- Oswaldo (16.08.1913-11.10.1993)

** 7- Jayme (11.06.1915-23.02.1939), cirurgião-dentista, casado com Apparecida Toledo Castro;

** 8- Ilze (17.01.1924-12.09.2008), casada com João Marques (21.10.1915-05.05.2000), filho de João Benedito Marques e Luzia D’Avila Marques;

Avó de Ana Cecília Ferraz!

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* 5- Emília Anderson Oliveira Penna, nascida em 02 de outubro de 1891, batizada em 22 de novembro de 1891, casada com Agrícola Oliveira Penna, filho de Francisca de Paula Oliveira Penna, falecida em 19 de fevereiro de 1943 e Manuel Camillo de Oliveira Penna, pertencente a família Marcondes Machado, sendo neto paterno, do Comendador Francisco Marcondes Machado e de Maria dos Remédios;

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* 6- Miguel Arnaldo Anderson, nascido em 17 de dezembro de 1894 e falecido em 28 de julho de 1977, casado com Maria Paes Anderson.

Deste matrimônio nasceu:

** 1- Helena (11.09.1922-19.05.2013, casada com João Rotolo;

** 2- Miguel Júnior, casado com Lúcia Luporini;

** 3- Mary Ann, casada com Ardely MonteiroCoutinho;

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* 7- José Américo (Joé) Anderson.

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Família Neger

Publicado 24/01/2017 por lcs2308

 Marcellino Neger, nasceu em 29 de fevereiro de 1836, na França e faleceu em 21 de agosto de 1910, nesta cidade. Veio muito moço para cá, aqui constituiu família e foi muito estimado  nas  roda de sua relações.

Marcellino era um ‘enfant terrible’, foi trazido pelo tio, que era da marinha mercante para estudar no Colégio Francês, no Rio de Janeiro, onde ficou em regime interno, e algum tempo depois fugiu. Partiu do Porto de Toulon.

Casou-se em 07 de maio de 1870, com a Profa. Maria do Carmo Salman(Sauman), nascida em 16 de julho de 1849 e falecida em 20 de março de 1939.

“Marcelino Neger e D. Maria do Carmo Salman – Aos sete de maio de mil oitocentos e setenta em casa particular com licença do Doutor Vigário Capitular, depois de feitas as diligências em minha presença receberão em matrimônio Marcelino Neger e D. Maria do Carmo Salman e na mesma ocasião receberão as bençãos nupciais. Foram testemunhas: João Antônio Bierrembach e Miguel Bierrembach e para constar mandei fazer este assento que firmo. (Vigário…)”.

 

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Registro de casamento de Marcellino Neger e Maria do Carmo Salman

 

Deste matrimônio nasceu:

  • 1- Lucília Neger Segurado, nascida em 31 de março de 1871, batizada em 26 de dezembro de 1871 e falecida em 21 de março de 1932.

“Lucília – Aos vinte e seis de dezembro de mil oitocentos e setenta e um, na Matriz desta Parochia de Santa Cruz(Basílica N. Sra. do Carmo) de Campinas, baptizei e pus os Santos Óleos a Lucília de oito meses e vinte e seis dias, filha de Marcellino Neger e de Dona Maria do Carmo Neger. Foram padrinhos: Joaquim Ferreira de Camargo Andrade(Barão de Ibitinga) e sua mulher Dona Maria Egyna Álvares de Almeida Lima Andrade(Baronesa de Ibitinga). (Vigário Francisco de Abreu Sampaio).”

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 Lucília, casou-se com o Prof. Arthur Victor de Azevedo Segurado, nascido em 12 de abril de 1869 e falecido em 05 de julho de 1923, filho de Cândido Roberto Azevedo Segurado e Maria das Dores Penteado Segurado.

Deste matrimônio nasceu:

**1-  Hoche Neger Segurado, nascido em 18 de março de 1895 e falecido em 26 de março de 1959, aos 64 anos.

Hoche, formou-se em 1919, na Escola Politécnica de São Paulo. Trabalhou no escritório de Ramos de Azevedo, ícone da arquitetura paulista.

Depois do estágio no Rio, voltou pra cá e, ao longo de 34 anos, teve uma carreira notável. O engenheiro comandou os pedreiros que, por exemplo, ergueram o imponente edifício Franz Dafert, imóvel do Instituto Agronômico (IAC) que,desde 2004, é tombado como patrimônio arquitetônico campineiro (projeto que saiu da prancheta de Ramos).

O escritório também foi responsável pela execução de muitas outras obras importantíssimas na cidade. Como os prédios da Associação Comercial e Industrial de Campinas (ACIC); da charmosa Igreja de Nossa Senhora das Dores, na Rua Maria Monteiro; do Seminário Diocesano da Avenida Da Saudade; do Hotel Términus(sede atual do Magazine Luiza), da Fábrica de Chapéus Cury, no Guanabara. Verdadeiras pérolas da engenharia campineira da primeira metade do século passado.

Na região, Hoche comandou a construção de imóveis como o prédio da Fábrica Gessy, em Valinhos; o Cine e Hotel Cacique, em Americana; a Santa Casa de Rio Claro, o Edifício José Kauffmann,  Edifício Regina(1946), na Rua Thomaz Alves,  Edifício Piratininga(1946), na Rua César Bierrenbach, Edifício R. Monteiro, na Rua Barão de Jaguara, Galeria Trabulsi(1948), entre muitos outros.

Casou-se com a Sra. Gracília Andrade Duarte Segurado, nascida em 03 de maio de 1896 e falecida em 04 de setembro de 1987, filha do Dr. Raphael de Andrade Duarte e de D. Maria Alves Pinto Duarte. Deste matrimônio nasceu:

** 1- Milton Duarte Segurado, nascido em 07 de janeiro de 1923 e falecido em 14 de janeiro de 2008.  Milton, cursou o Colégio Culto à Ciência e formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, em 1949.  Foi professor de Introdução ao Estudo do Direito, em São João da Boa Vista e Bragança Paulista. Professor universitário e escritor.  Foi secretário na Academia Campinense de Letras, em 1956. Em 1964, entregou diversas cartas endereçadas a seu avô, Raphael Andrade, que foi Prefeito de Campinas à Academia Campinense de Letras.

 Era membro da Academia Piracicabana de Letras. Publicou poesias e artigos sobre música em diversos jornais. São de sua autoria os livros: “Sótão”, poesias, 1958; “Ecumênica”, versos ,  1969; “Artur Segurado – Um Educador”, vol.18 de Publicações da Academia Campinense de Letras, 1968; “O Direito no Brasil”, 1972; “Campinas em Soneto”, 1985; “Introdução ao Direito”, 1979, etc.  Casou- se com a Sra. Marlene Maria Santos, falecida em 10 de setembro de 2013, a0s 78 anos.

** 1.2- Rubens Duarte Segurado, falecido em 24 de abril de 2012, aos 87 anos, casado com Leda Apparecida Cantúsio Segurado;

** 1.3- Maria Lucila (Lúcia) Segurado Otero, casada com Nelson Rodríguez Otero (16.03.1929-17.08.2007);

** 1.4- Odete Segurado Camargo, casada com Jenner Tosetti Camargo, filho de Maria Tosetti Camargo e Rubens da Silva Camargo;

** 1.5- Maria Regina Duarte Segurado.

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*2- Lavoisier Neger Segurado, casou-se com Virgínia Falchi Trinca, filha de Lúcia (Luzia) Falchi e José Trinca;

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*3- Danton Neger Segurado, falecido em 04 de dezembro de 1943, aos 47 anos, casado com Marta Segurado. Deste matrimônio nasceu:

** 3.1.- Alcides;

** 3.2.- Elza;

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*4-  Moacyr Neger Segurado, falecido em 03 de fevereiro de 1968, foi Secretário da Diretoria dos Bancários de Campinas,  casado com Elza Silva Segurado, falecida em 23 de fevereiro de 1970, filha de José Aurélio Silva, prefeito em Orlândia e Ambrosina Melo Silva.

Deste matrimônio nasceu:

**4.1. – Aglaê Silva Segurado, nascida em 10 de maio de 1927 e falecida em 13 de junho de 1982;

** 4.2 – Marília;

** 4.3 – Gislaine;

** 4.4 – Maria do Carmo;

** 4.5 – Maria Elizabeth;

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* 5- Profa. Thomyris Segurado Nogueira, foi também funcionária do Instituto Biológico, casada com Fausto Agalmo Nogueira;

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*6- Cid Neger Segurado, foi funcionário do Banco do Brasil, casado com Norma Apparecida Vivona, filha de Laura Fiorilla Vivona e Francisco Vivona. Deste matrimônio nasceu:

** 6.1. – Arcíla Apparecida, nascida em 03 de novembro de 1937 e falecida em 14 de maio de 1938, com 06 meses.


* 2- Vergniaud Neger (26.09.1873-12.07.1963), batizad0 em 02 de fevereiro de 1875, engenheiro e inspetor da Cia Mogyana, casou-se em 11 de novembro de 1905, com Anna Gertrudes (Anninha) Anderson Neger, nascida em 21 de novembro de 1884 e faleceu em 02 de dezembro de 1931, filha de Pedro Abrahão Anderson e de  Esmeralda Ambrosina Fragoso Anderson. Anninha estudou nos EUA e teve uma educação privilegiada. 

 

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Registro de batismo de Vergniaud Neger, Hoche Neger.

 

Deste matrimônio nasceu:
** 1- José;

** 2- Margarida (18.03.1909-26.05.1989), casada com Theodoro Augusto Pádua e Castro;

** 3- Elzira, falecida em 06 de agosto de 1999, casada com Floriano Peixoto Midon, falecido em 01 de novembro de 1983, filho de Henrique Gaspar Midon e Isaura Rocha Midon;

** 4- Oswaldo(23.06.1911-22.04.1913, vitimado por coqueluche);

** 5- Zuleika (04.09.1912-02.04.1913, vitimado por coqueluche);

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** 6- Oswaldo (16.08.1913-11.10.1993);

** 7- Jayme (11.06.1915-23.02.1939), cirurgião-dentista, casado com Apparecida Toledo Castro;

** 8- Ilze (17.01.1924-12.09.2008), casada com João Marques (21.10.1915-05.05.2000), filho de João Benedito Marques e Luzia D’Avila Marques;

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Registro de casamento de Vergniaud e Anna Gertrudes

————————————————————————–

  • 2- Hoche Neger, nascido em 04 de setembro de 1874 e batizado em 02 de fevereiro de 1875;

*4- Barnave Neger, nascido em 01 de março de 1876, batizado em 08 de setembro de 1877.

Barnave Neger.jpg

Barnave

Era gerente Banco Commercial de Itatiba e da Casa Queiroz Ramos, em Santos. Casou-se com Maria Augusta de Mello Neger.

Deste matrimônio nasceu:

** 1- Lucilla Neger Meissner, falecida em 24 de julho de 1929, aos 23 (ou 25?), casada com Otto Meissner;

25 DE JULHO DE 1929 - PAG. 5.jpg

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** 2- Rubens Neger, falecido em 27 de fevereiro de 1995;

** 3- Barnave Filho, falecido em 1977, casado com Henriqueta Martins, falecida em 18 de agosto de 2002, aos 92 anos, pais de Flávio e Herci Neger;

Hilario da Silva Miranda Filho

Publicado 24/01/2017 por lcs2308

Hilário da Silva Miranda Filho, nasceu em Assunção, no Paraguai, em 12 de fevereiro de 1943, onde seu pai, Hilário da Silva Miranda, pesquisador do Instituto Agronômico, participava de uma missão cultural junto ao governo daquele país.

Neto materno de: Carlos Coelho e Miquelina de Soouza Coelho;

Em 1944, a família retornou ao Brasil. Hilário estudou em Campinas, até sua entrada na Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, onde se graduou na turma de 1966, na diversificação de Fitotecnia.
Após breve passagem em firma de fertilizantes, entrou em setembro de 1967, inicialmente como estagiário na Seção Raízes e Tubérculos, até ser em maio de 1968, como Pesquisador Científico na mesma Seção, onde permanece até a presente data. Hoje como Centro de Horticultura do Instituto Agronômico integrante da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Na Seção Raízes e Tubérculos, Hilário acompanhou os trabalhos desenvolvidos pelo Dr. O. J. Boock, especialista em batata, principalmente nas áreas de melhoramento genético, incluindo a avaliação de cultivares, produção de batata semente, nutrição e adubação, tendo liderado o setor depois da aposentadoria de Dr. Boock.

Em 1972, participou na Holanda do “Primeiro Curso Internacional de Produção de Batata”, seguido de treinamento individual o Eng. H.P Beukema, permanecendo naquele país por um total de 6 meses. Em 1975, participou de treinamento no “Centro Internacional de la Papa” em Lima Peru. De 1978 a 1980, estudou na Universidade de Wisconsin, sob a orientação de S. J. Peloquin.

Quando o assunto é batata, poucas pessoas são lembradas de imediato como Hilário Miranda.  A maior parte de seus trabalhos de pesquisa foi realizado em propriedades particulares, com agricultora de todos os níveis de tecnologia. Hilário Miranda possui, entre artigos científicos, apresentação em congressos, capítulos de livros, boletins técnicos mais de 150 trabalhos publicados, inclusive a excelente publicação da ABBA sobre Rhizoctonia em batata.

 

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