Campinas

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Santinha de Jacuba

Publicado 11/05/2017 por lcs2308
História de Maria Appolonia de Jesus, uma menina de 12 anos de idade que, supostamente, podia fazer milagres e se comunicar com Nossa Senhora Aparecida e, em razão disso, passou a ser chamada de “A Santinha de Jacuba”.
   O povoado de Jacuba (Hortolândia), pertencia ao distrito de Santa Cruz, município de Campinas, foi elevado a distrito de Jacuba, do município de Sumaré, emancipado em 1953.
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Grupo Aliados “Monóculos e Lunetas”

Publicado 04/02/2015 por lcs2308

Grupo idealizado por Cleso de Castro Mendes, faziam parte moços e moças. Organizavam saraus, pic-nic’s, chá das cinco, viagens, faziam festas em benefício as instituições campineiras, etc . Em 1915, resolveram editar uma revista de fina delicadeza e onde, a par do espírito requintado, esfuziavam-se a graça e a arte se manifestava brilhantemente.

 

João Carlos Betim Paes Leme; Cleso de Castro Mendes e Arthur Leite de Barros Júnior, em 1916.

João Carlos Betim Paes Leme; Cleso de Castro Mendes e Arthur Leite de Barros Júnior, em 1916.

 

Grupo “Monóculos e Lunetas”, na Maternidade, na Av. Andrade Neves X Barão de Itapura. Foto abaixo:

Em cima, da esquerda para a direita: Roberto Pereira Bueno; Sophia Florence Caversazzi Villala, Octávio de Mello; Maria Ercília Penido, Dr. Pelágio Álvares Lobo; Vera de Mello; Sara Florence Caversazzi Mendes; Sarah Betim Paes Leme Bicalho; Naltina Pontes; Cynira Barreto; Nair da Costa Couto; Ruth Álvares Lobo; Olga S. de Mello; Octávia Maia de Freitas Guimarães; Elisa de Azevedo Lobo; Gilda Costa Couto; Marietta da Rosa Martins Junqueira; Edith Ariani e José Freitas Guimarães Junior;
Em baixo, da esquerda para a direita: Anna Esméria Lobo Leite de Barros; Esther Barbosa Oliveira; Sarah Lobo Netto; Dr. Azael AL Lobo;  Moacyr  Ubirajara Cerri; Yone Rosa Martins Jorge Ferreira; Ruy Martins Ferreira;  Dr. Arthur Leite de Barros Júnior e Antônio(Antão?) Paula Souza.

 

Grupo Monóculos e Lunetas, na Maternidade, na Av. Andrade Neves X Barão de Itapura.   Em cima da esquerda para a direita: Roberto Pereira Bueno; Sophia Caversazzi, Octávio de Mello; Maria Hercília Penido; Dr. Pelágio Lobo; Vera de Mello; Sarah Florence Caversazzi Mendes , Sarah Betim Paes Leme; Naltina Pontes; Cynira Barreto; Nair da Costa Couto; Ruth Álvares Lobo; Olga de Mello; Otávia Maia de Freitas Guimarães; Elisa de Azevedo Lobo; Gilda Costa Couto, Marieta Rosa Martins, Edith Ariani, José Freitas Guimarães Junior; Em Baixo da esquerda para a direita , Anna Esméria Lobo, Esther Barbosa Oliveira, Sarah Lobo, Dr. Azael Lobo, Moacyr Cerri, Yone Rosa Martins, Ruy Ferreira,  Dr. Arthur Leite de Barros Junior, e Paula Souza.

 

Grupo Monóculos e Lunetas, em 1916

 

 

Apelidos e respectivos nomes dos aliados do Grupo "Monóculos e Lunetas".

Apelidos e respectivos nomes dos aliados do Grupo “Monóculos e Lunetas”.

 

 

Cleso de Castro Mendes e Sarah Florence, em 12.12.1917.

Casamento Cleso de Castro Mendes e Sara Florence, em 12.12.1917, na Capela N. Sra. da Boa Morte.

 

 

Casamento de Francisca(Chiquita) de Freitas Guimarães e Octávio Netto,  na Capela da Nossa Sra. Boa Morte, em 1917.

Casamento de Francisca(Chiquita) de Freitas Guimarães e Octávio Netto, na Capela da Nossa Sra. Boa Morte, em 1917.

 

 

Francisca(Chiquita) de Freitas Guimarães Netto, em 1913. Foto: Brun/Revista Fonfon.

Francisca(Chiquita) de Freitas Guimarães Netto, em 1913. Foto: Brun/Revista Fonfon.

 

 

Sara Florence Caversazzi de Castro Mendes e Sophia Florence Caversazzi, em 1917.

Sara Florence Caversazzi de Castro Mendes e Sophia Florence Caversazzi, em 1917.

 

Sophia Caversazzi, em 1920.

Sophia Caversazzi, em 1920.

 

Casamento de Umberto Netto e Sarah Álvares Lobo, na Capela N. Sra. Boa Morte, em 1918.

Casamento de Umberto Netto e Sarah Álvares Lobo, na Capela N. Sra. Boa Morte, em 1918.

José Ferraz de Campos Filho

Publicado 01/07/2014 por lcs2308

Jornal Diário do Povo, edição de domingo, dia 30 de novembro de 1975, onde foi entrevistado ‘seu’ Zé. Segue foto da reportagem e entrevista: 

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“Sem Retoque” (a sessão do Especial, o suplemento do Jornal Diário do Povo, na edição dos domingos) costuma descer ou subir no que se costuma denominar escala social, mas sua escala de valores pessoais tende sempre a seguir a mesma linha: focalizar pessoas que fazem, agem, sentem, entendem. E hoje, com o devido respeito ao cidadão José Ferraz de Campos Filho nascido aos 23 de dezembro de 1923, em Pedreira(SP), vamos tratá-lo carinhosamente de “seu Zé”, pois é assim que todos o conhecem, fregueses e amigos ao mesmo tempo da Casa das Vitaminas, em funcionamento há quinze anos na General Osório.

Característica principal: uma bondade emanente, aquela que atinge de forma tal que, de imediato consideramos a pessoa a simpatia personificada e sabemos que deforma alguma ela irá desmerecer um gesto ou um sorriso amigo. Agora, deixo com vocês, seu Zé, em suas próprias simples palavras. 

“Até os 25 anos tive um trabalho árduo na lavoura. Quando vim pra Campinas já estava casado e pai de três filhos. Trabalhei então como motorista de táxi até o ano de 1959. Depois desta época achei que seria melhor mudar de atividade e juntamente com minha esposa Terezinha fundamos a Casa das Vitaminas. 
Este foi e continua sendo o serviço que mais me realiza, porque é um ramo de que sempre gostei muito, mantendo sempre um contato com pessoas que aos poucos vão se tornando amigos. Terezinha e eu somos felizes por podermos desenvolver nosso trabalho juntos em todos estes anos”. (Seu Zé)

  O “pinga-fogo” do repórter e as respostas do “Seu Zé”:

Qual é a melhor arma pra destruir um inimigo? – Rezar por sua intenção. 

O que um verdadeiro político deve pensar em primeiro lugar? – Nos seus deveres para com a Pátria. 

“A bolsa ou a vida”…você reagiria? – Não. Todo o dinheiro não vale uma vida. 

Morte, início de uma nova vida ou fim de tudo? – Início de uma nova vida. 

Qual a renúncia que lhe doeu mais? – Estudar. 

Qual seria o seu último desejo? – Na hora da morte um padre para a confissão. 

O que lhe pesa mais na escala de valores? – O caráter. 

Em que você é superior aos outros? – Todos somos iguais. 

O essencial é invisível aos olhos? – Sim. 

Confiar ou desconfiar? – Confiar sempre. 

Qual a pergunta que você gostaria que fosse feita para o próximo entrevistado? – Sou esportista, gosto dos dois times de Campinas. Deve haver rivalidade ou não?

* Acervo: Hamilton Pires

Olívia Guedes Penteado

Publicado 27/06/2014 por lcs2308

 Olívia Guedes Penteado, nasceu nesta terra, no Largo da Matriz Velha (Praça Bento Quirino), em 12 de março de 1872. Era filha do barão de Pìrapitingüy, Tenente-Coronel, José Guedes de Souza e de D. Carolina Leopoldina de Almeida e Souza. Descendentes de Barreto Leme.

Foi batizada em 25 de abril de 1872, sendo afilhada de Antônio Pinheiro de Ulhôa Cintra e Adelina Henriqueta.

 Passou a infância na propriedade do pai, a Fazenda da Barra, em Mogi Mirim, tendo estudado em casa com professores particulares e, por algum tempo, no Colégio Bojanas. Posteriormente, a família transferiu-se para São Paulo e passou a morar na Rua Ipiranga.

Olívia, conheceu os amigos modernistas em Paris, onde morava, e trouxe para o Brasil pela primeira vez exemplares da obra de Pablo Picasso e Marie Laurencin, entre outros. Olívia Penteado criou o Salão de Arte Moderna, a partir de 1923, quando voltou a morar no país.

Aos 16 anos, Olívia casou-se com seu primo, Ignácio Leite Penteado. A jovem lutou pelo voto feminino e ajudou a eleger a primeira mulher para uma constituinte. Preocupada com as condições das viúvas e dos órfãos dos voluntários, trabalhou intensamente durante a Revolução de 1932.

Dona Olívia morreu no dia 9 de junho de 1934, de apendicite.

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No Egito, em frente às pirâmides, da esquerda para a direita : D. Baby Ramos, D. Olivia Guedes Penteado e Dra. Carlota Pereira de Queiroz.

 

 

As companheiras de viagem, em foto feita por Mário de Andrade, no Alto Solimões: Olívia Guedes Penteado, Margarida Guedes Nogueira e Dulce do Amaral Pinto, a Dolur, filha da pintora Tarsila do Amaral. 

 

Na fotografia da esquerda para a direita – Sra Lena Burchard Reverdo, Sra Lú Burchard Reverdo, Sra. Olívia Guedes Penteado, Sra. Carlota Pereira de Queiroz, Sra. Maria Penteado Camargo, filha da Sra. Olívia Guedes e mais duas senhoras que não foram identificadas.

 

 

 

Família Guedes . Da esquerda para a direita José, Alfredo, Baronesa e Barão de Pirapitinguy, tendo em seu colo Altimira, sentada no banco Carolina, em pé apoiada Olívia e Mário.

Família Guedes, da esquerda para a direita: José, Alfredo, Baronesa e Barão de Pirapitinguy, tendo em seu colo Altimira, sentada no banco Carolina, em pé apoiada Olívia e Mário.

 

 

Seus irmãos: Albertina Guedes Nogueira, Carolina, Olívia, Altimira Guedes Penteado e José Guedes.

Seus irmãos: Albertina Guedes Nogueira, Carolina, Olívia, Altimira Guedes Penteado e José Guedes.

 

 Há exatos 110 anos, um requintado jantar à la carte foi oferecido por Olívia Guedes Penteado, casada com seu primo Inácio, inaugurava a nova e refinada residência do

casa situada na rua Duque de Caxias (atual avenida), esquina com Conselheiro Nébias, no elegante bairro de Campos Elíseos. (à esquerda: Palacete Olívia Guedes Penteado 
Eclético, cujas linhas basearam-se no Risorgimento italiano, o palacete foi projetado por Ramos de Azevedo. Nas obras que se iniciaram em 1895, foram empregados materiais importados, especialmente da Itália, de onde também trouxeram a austera cúpula que arrematava o corpo semi-hexagonal voltado para a confluência das citadas ruas. Segundo a historiadora Dra. Maria Cecília Naclério Homem, Yan de Almeida Prado comparava-o ao Palácio Pallavicini de Gênova, pois fora construído no alinhamento das vias; ou seja, sem jardins fronteiriços.
Descendente de ricos cafeicultores – filha dos Barões de Pirapitingui –

Dna. Olívia recebia convidados às terças-feiras em saraus em que tocava harpa. Após o falecimento de seu marido, em 1913, Dna Olívia também dá início a recepções em sua residência de Paris, onde recebia brasileiros, artistas, intelectuais e diplomatas franceses. (à direita: Retrato de Dna. Olívia Guedes Pentado – Dez anos depois, ainda na capital francesa, interessar-se-ia pelas vanguardas artísticas europeias e tomaria contato com parte do grupo de modernistas brasileiros: Oswald de Andrade, Paulo Prado e Tarsila do Amaral. Por intermédio destes, frequentaria os ateliês de artistas renomados como Picasso, Brancusi e Lèger. Nesse período, adquire a obra Mise au Tombeau (Sepultamento) de Victor Brecheret, premiada no Salão de Outono de Paris (1923). Atualmente, a peça encontra-se sobre o seu túmulo no Cemitério da Consolação, em São Paulo.
Naquela época, num de seus retornos a São Paulo inauguraria um pavilhão modernista, nas dependências da antiga cocheira do palacete da Conselheiro Nébias, especialmente preparada por Warchavchik e Lasar Segall para abrigar obras modernas adquiridas na Europa (notadamente um quadro de Léger) e que não se coadunavam em relação à sisuda decoração do restante da residência. Nesse local, Dna Olívia promoveria as famosas reuniões freqüentadas pela plêiade de intelectuais e artistas modernistas – destacando-se a presenças de Villa-Lobos, Mário de Andrade, Menotti Del Picchia e Guilherme de Almeida, entre outros.
O palacete, no entanto, foi demolido na década de 1940 em virtude da

ampliação da Av. Duque de Caxias, promovida prefeito Prestes Maia. Por volta do ano do IV. Centenário da Cidade de São Paulo, no terreno remanescente ergueria-se o portentoso edifício do Hotel Comodoro, um dos marcos da verticalização da metrópole paulistana. (à esquerda – Hotel Comodoro.

Referência bibliográfica:
HOMEM, Maria Cecília Naclério. O palacete paulistano e outra formas de morar da elite
Cafeeira: 1867-1918
. São Paulo: Martins Fontes, 1996.

Referências

  1.  Mônica Raisa Schpun, « Regionalistas e cosmopolistas : As amigas Olivia Guedes Penteado e Carlota Pereira de Queiroz .
  2.  Contemporânea [1915]-1926 [cópia digital, Hemeroteca Digital]
  3. Leme, Silva – Genealogia Pulistana, livro 3, Penteados, pag. 430, item 4.6

Conservatório Carlos Gomes

Publicado 09/04/2014 por lcs2308

Conservatório Carlos Gomes, em 1959

Conservatório Carlos Gomes, em 1967 apresentação de dança Patrícia Gatti e Débora Fleming.jpg

Conservatório Carlos Gomes, em 1967 apresentação de dança Patrícia Gatti e Débora Fleming.jpg

Conservatório Carlos Gomes, formandas do curso de Piano, em 1959 no Teatro Municipal Carlos Gomes.jpg

Conservatório Carlos Gomes, formandas do curso de Piano, em 1959 no Teatro Municipal Carlos Gomes.jpg

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A cidade onde nasceu Antônio Carlos Gomes, o grande músico brasileiro, inspirou a criação dessa escola de música, a primeira de Campinas. O maestro Giovanni Rocella, italiano de nascimento, Catharina Marotta Ziggiatti e a família Inglese Soares unem-se para fazer nascer o Conservatório Carlos Gomes, que teve como primeiro diretor o professor Miguel Ziggiatti.

Catarina Ingleze Soares

Catarina Ingleze Soares

1938

O Conservatório foi reconhecido oficialmente pelo Governo do Estado de São Paulo, formando professores de música e espalhando bons instrumentistas para todo Brasil.

Anos 60

Assume a direção Léa Ziggiatti, musicista, advogada e jornalista, que imprime novo ritmo ao Conservatório, que passa um novo conceito, o de formar o artista global, defendendo uma filosofia de integração entre as várias áreas de arte. Desenvolve, de acordo com as novas leis de formação profissional, na década de setenta, os cursos técnicos profissionalizantes de MÚSICA, TEATRO E DANÇA.

Num clima de atividades múltiplas e dentro de um círculo amplo de desenvolvimento cultural, o Conservatório é elemento formador de novos conceitos educacionais, foi pioneiro nos métodos de musicalização infantil, num conceito amplo de integração artística entre música, teatro, dança e artes plásticas.

Hoje

Instalado no bairro Nova Campinas, em um prédio amplo e de fácil acesso, que tornou possível a integração física de todas as áreas, o Conservatório é referência no ensino e divulgação da arte para todo Brasil.

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1 -?; 2 – Giovanni Roccela; 3- Catarina Ingleze Soares; 4 – Miguel Ziggiatti, em 1930 nas escadarias da Escola Normal Carlos Gomes.

 

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Acervo Léa Ziggiatti Monteiro.

Alberto Faria

Publicado 15/03/2014 por lcs2308

Alberto Faria, nasceu em Campos, no Rio de Janeiro, em 19 de outubro de 1869(1864?). Filho do comerciante português, José Lopes Faria e de D. Leocádia da Costa Faria. Foi jornalista, professor, escritor, crítico, folclorista e historiador.

Tinha como irmãos: José Lopes Faria Júnior, Ernestina Faria Marcondes Machado, Palmyra F. Abreu Sampaio, Mathilde Faria Pereira de Queiroz, Ernesto Lopes Faria e Albertina Faria Hellmeister.

Fez os estudos Primário e o Secundário, no interior do Estado de São Paulo. Aos 12 anos, redigiu o jornalzinho “O Arauto” e, aos 14, fundou, na cidade de São Carlos(SP)  “A Alvorada”.

Fundou “O Dia”, em 1894, e escreveu para o “Correio de Campinas”, tornando-se seu diretor entre 1895 e 1896. Em 1897, lançou a “Cidade de Campinas”, por ele dirigida até 1904. Obteve grande êxito a seção “Ferros velhos”, sob o pseudônimo de Adelino. Foi também delegado de polícia, inspetor municipal das escolas.

Em 1901, prestou concurso para a cadeira de Literatura, no Gimnásio de Campinas(Culto a Ciência), concorrendo com Coelho Neto e Batista Pereira, e logrou o primeiro lugar. Além de professor de Literatura e jornalista, destacou-se como crítico e historiador de cunho erudito, ao lançar mão dos processos de investigação e análise aplicados à literatura, para a decifração de problemas intrincados de autoria ou datação de obras. Polemista, manteve nos diversos jornais em que colaborou debates e discussões com escritores da época, tratando de temas de alto interesse para a cultura histórico-literária.

Casou-se com D. Maria da Penha Oppermann Faria, filha do Sr. José Oppermann e de D. Luísa Felicíssima de Moura Carneiro Oppermann. Cunhado de: Coleta, Rita, Jayme, Antônio e Aristides.

Orientou seus estudos para a crítica externa e interna das obras e da história literária. Foi um dos primeiros críticos brasileiros a se preocupar com o estabelecimento dos textos ou da autoria, a descoberta de influências, datas e fontes, e com a análise de formas e temas. Os seus estudos sobre o problema da autoria das Cartas Chilenas destacam-se entre os que mais luzes trouxeram à questão. Pseudônimos: Adélio, Adelino e Marcos Tuim.

Obras

Cartas chilenas, crítica (1913);

Aérides, crítica e folclore (1918);

Acendalhas. Literatura e folclore (1920);

Discurso de recepção, em Discursos acadêmicos, vol. IV;

Numerosos trabalhos na Revista da ABL;

Almanaque Garnier, Revista do Brasil, Revista de Língua Portuguesa, Revista do Arquivo Mineiro, entre outros

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Faleceu em Paquetá,em 8 de setembro de 1925.

Recebeu diversas homenagem dando seu nomes as ruas em São Paulo, Rio de Janeiro e aqui.

 

 

Referências 

* Wikipédia;

* Academia Brasileira de Letras;

Adinam Cardozo

Publicado 06/03/2014 por lcs2308

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 Nasceu em 02/05/1975, nesta cidade. É um futebolista brasileiro.

    Após quase abandonar a carreira profissionalizou-se, em 1995,no União São João de Araras (SP), onde permaneceu até 1997. Foi o primeiro arqueiro a tomar um gol de Rogério Ceni. Também por ter tomado 6 gols de Edmundo no mesmo jogo do dia 11 de setembro de 1997, válido pelo campeonato brasileiro do mesmo ano, batendo o recorde de maior goleador num único jogo em brasileiros.

 Saiu do time em 2006 e rodou o interior paulista. Irregular, Adinan era capaz de grandes defesas e grandes frangos (como quase todo goleiro) e marcou época na Ressacada.

 O Avaí foi o time que o goleiro mais vestiu a camisa em sua trajetória. Spyros Diamantaras nos trás os números corretos sobre a trajetória de Adinan no Avaí:

 Ficha como Jogador: 
1994-1998 – União São João-SP
1998 – Coritiba-PR
1999 – Goiás-GO
1999 – Portuguesa-SP
2000 – Paysandu-PA
2001-2002 – Sport-PE
2002-2003 – América-RN
2004-2006 – Avaí Total – 102 jogos, 131 gols sofridos
2006 – Caldense-MG
2007 – Noroeste-SP
2007-2008 – Paulista-SP
2009 – Linense-SP
2009 – Marília-SP
2009 – Uberlândia-MG
2010 – São Bento-SP
2010 – Itapirense-SP
2011 – Pelotas-RS
2011 – Palmeirinha-SP
2012 – Itapirense
2013 – Batatais
       
Referências
– Memória Avaiana.
– Enciclopédia Wikipédia.
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