Filippo Cosimato

Publicado 22/08/2016 por lcs2308

Filippo (Felippe) Cosimato, nasceu em 12 de fevereiro de 1893, em Baronissi, província de Salerno, na Itália. Filho de Antônio Cosimato e Fortunata Baroni.

 

13872973_1212185675489893_7068601633070418226_n.jpg
Fez seus estudos primários em sua cidade natal, e formou-se em Desenho Técnico em Salerno. Desde de muito cedo demonstrava aptidão pela arte, tendo realizado diversos trabalhos artísticos ainda menino.
Chegando no Brasil, fixou-se em S. Paulo, por 2 (dois) anos na casa de sua tia. Em seguida veio para Campinas, onde passou o resto de sua vida. Nesta época, decidiu-se iniciar um trabalho como autônomo e, alugou um prédio na Rua Barão de Jaguara, 98, iniciando ali uma pequena marcenaria.  Apoiado por amigos decidiu comprar um prédio localizado, também no Centro, continuando suas atividade no ramo de marcenaria.

Casou-se com a Sra. Lourdes G. Carvalho Cosimato. Deste matrimônio nasceu:
Antônio, Aldo, ?, Léa e Filippo Júnior.
Após o encerramento das atividades como empresário, continuou a produzir muitos trabalhos em um pequeno ateliê em sua residência. Entre seus trabalhos figuram: oratórios, figuras bíblicas, restauros, etc. Aos 68 anos, teve um AVC que o impediu de exercer suas atividades por algum tempo. Em seguida, recuperou-se, voltando a atividade, produziu outras obras.
Convidado pelo então comandante da Escola de Cadetes, Cel. Rosa, iniciou a escultura de Cristo na cruz, em tamanho natural que seria colocado na capela da Escola. Infelizmente, não conseguiu terminar o trabalho, pois foi vítima de um segundo AVC, vindo a falecer aos 79 anos.
Entre suas obras, podemos citar: os móveis do Palácio do Bispo, Catedral, Cúria Metropolitana, Igreja N. Sra. das Dores, etc. Filippo foi um cidadão, que pela sua história de vida não poderia deixar de ser incluído na galeria de filhos notáveis, pois, foi um exemplo de dignidade, trabalho e orgulho que fez honrar Campinas.

 

13924987_1212185662156561_7753755637953397607_n

Família Cosimato. Foto: Eurydes Fernandes;

 

*Informações cedidas por Filippo Cosimato Júnior, filho.

Dr. Paulo de Castro Pupo Nogueira

Publicado 17/08/2016 por lcs2308

Nasceu nesta cidade, a 15 de julho de 1894, filho de José Pupo Nogueira e Bráulia Euclídia de Castro Nogueira, descendentes das mais antigas famílias desta terra.

 

Paulo de Castro Pupo Nogueira.jpg

 

Neto materno de: Luíza Gabriella Nogueira e João Baptista Pupo de Moraes;

Neto materno de: Joaquim Gabriel da Costa Camargo Castro e Anna Maria Cordeiro de Castro Camargo;
Sobrinho materno de: Olímpia, Joaquim, Arthur e Maria;
Irmão de: Joaquim Gabriel (Zico), João, Alice (1891-1967), Luíza Gabriella (Zinha) e Argentina.
Em 1913, prestou exame de admissão à Faculdade de Direito de S. Paulo, matriculando-se, no mesmo período, no 1. ano do curso jurídico desta Faculdade. Em 1916, prestou exame perante o Tribunal de Justiça do Estado, para obter a provisão de advogado, o que conseguiu de modo brilhante, dotado como foi e incontestável talento, foi advogar em Dois Córregos. Desde aí passou a prestar exames vagos na Faculdade, vindo, por isso, a formar-se em 26 de março de 1918 – época da prestação de tais exames.
Desta data em diante, o Dr. Paulo estabeleceu-se aqui, com escritório de advocacia, granjeando desde logo a estima e a confiança de clientes e amigos. Em 1920, por indicação do Diretório do Partido Republicano e a convite do Dr. Thomaz Alves, entrou para a Câmara Municipal de Campinas, o mais jovem vereador, afim de ocupar uma vaga que se abrirá. Fez parte da Comissão de Legislação e Justiça, desempenhando-se nas funções do seu cargo, com muita competência.
Casou-se com a Sra. Carmelita (Lula) Pimentel Pupo Nogueira (25.08.1894-20.07.1966), filha de Etelvina Teixeira de Salles Pimentel e do Cel. Antônio Pires Ramos Pimentel.

Deste matrimônio nasceu: * 1- Wilma Pimentel Pupo Nogueira (06.04.1918-23.03.2016);

 

13934879_1680879578902923_8428441397690087586_n.jpg

Wilma

 

  • 2- Walber (22.06.1919-14.05.1999).
01-walber.jpg

Walber

 

Acadêmico-fundador da Academia Campinense de Letras, ocupou a cadeira 25- patrono João Baptista Pupo de Moraes.

Faleceu em 08 de julho de 1959, aos 64 anos. Em sua homenagem, a uma rua no bairro Nova Campinas com seu nome.

Cel. Manoel de Moraes Bueno

Publicado 10/08/2016 por lcs2308

O Cel. Manoel de Moraes Bueno, campineiro, nasceu em 1857, filho de Domingos (Mimi) Francisco de Moraes (1830-1913) e de Antônia Joaquina da Silva Teixeira Bueno de Moraes, descendentes de Barreto Leme, fundador de Campinas.

 

13900197_1677210585936489_1974066562942062076_n

 

Neto paterno de: Manuel Joaquim de Moraes e de sua primeira mulher, Maria Barbosa de Camargo, filha do Sargento-mor Domingos da Costa Machado (filho de Barreto Leme) e sua primeira mulher, Manuela de Camargo Penteado,

Neto materno de: Capitão Cândido José Leite Bueno da Silveira, filho de Salvador Bueno da Silveira e Maria Francisca de Arruda e de Anna Esméria da Silva, filha de Joaquim Ferreira da Silva e Maria Ângela Teixeiramoradores de Rio Claro em 1846.

O Cel. Manoel de Moraes, foi figura de prol, fazendeiro de café, chefe político, Diretor-Presidente da Companhia Mogyana de Estradas de Ferro, construída com contribuições dos capitalistas, que percebiam claramente a importância da vias de comunicação, como caminhos de progresso e vias de escoamento de seus produtos agrícolas; tendo seu nome ligado aos movimentos políticos, filantrópicos e sociais de sua época.

Casou-se em 22 de abril de 1876, em 1. núpcias, com Amélia de Souza Moraes, nascida em 06 de julho de 1858 e falecida em 10 de novembro de 1884, filha de Manoel Mendes de Souza e Cândida Carolina de Souza.

thumbnail.jpg

Deste matrimônio nasceu:  Antonieta, batizada em 24 de março de 1877 e falecida em 19 de junho de 1878;

Cícero de Souza Moraes, casou-se em 1908, com Eudóxia Soares de Toledo, filha dos Barões de Paranapanema, falecida em setembro de 1954;

Domingos de Souza Moraes, batizado em 29 de setembro de 1883, casado com Alzira de Paula Souza Moraes;

 

 Casou-se em 2. núpcias com Gertrudes Maria de Sousa Toledo Moraes (1861-1935), filha de Antão de Paula Sousa e Gertrudes Maria de Sousa .

Deste matrimônio nasceu: Albertina, falecida em 19 de junho de 1893;

Gertrudes, falecida em 27 de fevereiro de 1898;

Nair de Souza Moraes;

Othília de Souza Moraes, nascida em 28 de julho de  1890, batizada em 08 de setembro de 1890;

Ezilda Souza de Moraes Siqueira, nascida em 19 de outubro de 1894 e falecida em 23 de novembro de 1979, casou-se em 21 de novembro de 1916, com Pedro Estevam de Siqueira, nascido em 24 de abril de 1890 e falecido em 21 de maio de 1977;

Bento de Sousa Moraes, casou-se em 11 de fevereiro de 1926, com Mathilde Penteado Guedes, filha de José Alves Guedes e Siomara Penteado Guedes;

Alberto de Souza Moraes, casado com Olívia Guedes;

Plínio de Souza Moraes, casado com Gertrudes (Tita) Nogueira, faleceu no dia 24 de dezembro de 1979, aos 90 anos;

Antão de Souza Moraes, nascido em 25 de junho de 1887, batizado em 03 de julho de 1887, casado com Eliza Lobo de Souza Moraes;

Zuleika de Moraes Daunt, falecida em 1913, casada com Rodrigo O’Connor Daunt;

Maria Antonieta de Moraes Campos, casada com Cel. João de Souza Campos, nascido em 12 de julho de 1877 e faleceu em 30 de novembro de 1954, filho de João de Souza Campos e Maria Isabel de Mello e Souza;

Lúcia de Souza Moraes (Madre Lúcia Maria de Jesus Crucificado), falecida em 27 de janeiro de 1959;

Antônia de Souza Moraes;

Nenê de Souza Moraes;

 

FAZENDEIRO DE CAFÉ

Ainda está por ser escrita a saga dos fazendeiros de café paulistas, autênticos desbravadores de ínvios sertões, plantadores da rubiácea, donos de propriedades extensas, pessoas afeitas a administração das propriedades rurais, apegados a terra, gente de muita altivez e coragem, vivendo em uma época em que “um fio de barba, valia mais do que recibo firmado em cartório”.

O Coronel era um deles, de porte atlético, olhos penetrantes, cabelos cortados à escovinha, bigodes e pequena pera; não usava cavanhaque como o irmão Antonio Carlos, que no fim da vida era sósia perfeita de Washington Luís. Vestia-se muito bem, usava corrente de ouro com berloque atravessando o colete; fumava cigarros de palha, e era de uma honradez e distinção proverbiais.

Possuía além da propriedade rural (Fazenda Bomfim e Boa União), grande casa na Barreto Leme, atrás da Matriz Velha (Basílica N. Sra. do Carmo).

Dispondo de terras férteis soube delas fazer uma grande fazenda, regada com o suor de seu trabalho e iluminada pelo seu natural bom senso e aguda visão. Governava sua fazenda com sensatez e visão. A casa-sede era enorme, com terraço e jardim; o mobiliário de estilo colonial, exceto o piano que viera da Alemanha. Em torno, os grandes terreiros de café, as benfeitorias, as invernadas, os bosques, os lagos, que o povo chamava de “tanques” e onde havia jacarés.

Com as colheitas de café, ele sustentou a família numerosa, fazendo os filhos estudar no Colégio São Bento, e as filhas no Colégio N. Sra. do Patrocínio, em Itu. Eram tempos de fartura, de religiosidade, de obediência mais perfeita e mais sincera à palavra dada, à honestidade e a finura de maneiras. Distinguia-se também pela operosidade, pelos costumes rígidos, pelo respeito a religião.

 

INFLUÊNCIA POLÍTICA

Foi presidente do Diretório do P.R.P, na época em que as despesas corriam por conta dos membros do Diretório.

 

HOMEM DE BEM 

Todas as instituições de benemerência da época, em nossa cidade, trazem a marca de sua presença inconfundível.

Foi, por largos anos, Provedor da Santa Casa de Misericórdia e seu retrato ainda se conserva no salão nobre desta instituição. A saudação oficial de agradecimento por essa honraria, foi proferida pelo seu ilustre filho, o Desembargador Antão de Souza Moraes.

A Santa Casa tem sua vida ligada ao trabalho de grandes campineiros, que se orgulhavam de servi-la em vida, e a cumulavam de dotações em seus testamentos.

Ainda fundou e ajudou na manutenção do Asylo dos Inválidos (Lar dos Velhinhos) e da Maternidade, entre tantas obras assistenciais.

ERAM SEUS IRMÃOS

Alberto de Moraes Bueno, casou-se em 29 de novembro de 1884, com Francisco de Oliveira Camargo Moraes, filha Agostinho Rodrigues de Camargo e Francisca Amália de Oliveira Camargo.

Antonio Carlos de Moraes Bueno, batizado em 17 de agosto de 1862 e falecido em 16 de novembro de 1926, casado com Maria Leopoldina Leite, filha de Bernardo José de Sampaio e de Maria Leopoldina Leite de Sampaio, sobrinha do vereador Antão de Paula Sousa; Antônio Carlos também foi vereador em Amparo nos primeiros anos da República, eleito em 2/7/1893. Antônio Carlos era estudante do Colégio Morton, em São Paulo em 1881. Em 1903, era capitão-ajudante do 22º Regimento de Cavalaria da Guarda Nacional, de Amparo. Foi dono de terras no Sertãozinho, que permutou por partes de uma fazenda em Campinas. Comprou dos herdeiros de Antão de Paula Sousa uma propriedade agrícola em 1904, pelo elevado preço de 300 contos de réis (presumo que seja a atual Fazenda Imigrantes, de propriedade da família Beira). Foi dos maiores contribuintes de impostos sobre a produção rural de Amparo, por volta de 1910;

Urbano de Moraes Bueno, casado com Jenny Queiroz Telles Moraes;

Cândido de Moraes Bueno, falecido em 1919, casado com Jessia Queiroz  Telles, falecida em 12 de julho de 1926;

Carlos de Moraes Bueno, batizado em 19 de maio de 1868, casado com  Hercília Queiroz Telles;

Olívia de Mores Bueno Florence, batizada em 20 de outubro de 1866 e falecida em 1924, casada com Ataliba Florence;

Maria de Moraes Bueno, batizada em 26 de dezembro de 1853;

Anna de Moraes Bueno, batizada em 16 de julho de 1855;

 

  AMIGOS

Teve numerosos amigos, cujos nomes hoje figuram nas páginas da História: Bento Quirino dos Santos, que também era seu compadre; Campos Salles, Francisco Glycério de Cerqueira Leite; Carlos William Stevenson; Castro Mendes; José Paulino Nogueira; Antônio Álvares Lobo; Joaquim Teixeira Nogueira; Horácio Antônio Costa; Austero e Severo Penteado; Raphael de Andrade Duarte; Celso da Silveira Rezende, os Barões de Paranapanema, e tantos mais.

Faleceu em 27 de março de 1927, aos 70 anos e dez dias.

 

Domingos Paulino

Publicado 10/08/2016 por lcs2308

Domenico (Domingos) Eugênio Paulino, nasceu em 29 de julho de 1884, sendo registrado no dia 31 de julho do mesmo ano, em Diamante, província de Cosenza, na Itália.  Filho de Pasquale Paolino e Philomena Romito Venturi, casada em segundas núpcias com Luigi Venturi.

 

13872828_1677349212589293_5780573955422232005_n.jpg

 

Veio para Campinas em companhia de seus pais, em 1889. Começou a trabalhar como oficial de alfaiate e posteriormente, como representante comercial da Singer, Martinelli e Cia. de Navegação.

 

13925277_1631059390517943_6515813743489783500_n

Atti di nascita

 

Iniciou em 1908, sua carreira como jornalista profissional. Trabalhando no jornal “Comércio de Campinas”, ao lado de Henrique Telles de Barcellos, Álvaro Ribeiro, Antônio (Cardosinho) Franco Cardoso, e tantos outros. Revelando-se, desde cedo, o mais solerte repórter da cidade. Foi mais tarde promovido, nesse mesmo jornal, a chefe de redação, tendo, acumulado esse cargo ao de diretor-gerente da conceituada folha.

'8.07.1911

Nota de 17 de julho de 1911.

 

Jornalista dos mais ativo de nossa cidade, prestou relevantes serviços à Campinas, em diversos setores. Dedicando-se inteiramente e incansavelmente ao jornalismo, Domingos Paulino, fundou diversos semanários, entre os quais “A Bomba”, “A Bala”, órgãos patrióticos de defesa dos países aliados na grande guerra; fundou “O Campineiro” e todos anos fazia circular, uma bem feita edição do “XX de Novembro”, anuário ilustrado comemorativo da marcha sobre Roma, em idioma italiano. Foi ainda diretor e correspondente de vários jornais, sobressaindo o ” Il Fanfulla”.

17.03.1917

16 de março de 1917

 

Participou de vários movimentos filantrópicos e progressistas, tendo sido um dos fundadores da Associação Comercial e do Circolo Italiani Uniti (Casa de Saúde de Campinas). Integrou a comissão pró-estádio do Guarani e a presidência do Auto F.C., presidente da Banda Musical Ítalo-Brasileira, no período áureo da comemoração da Independência, tendo legado, a está, em sua profícua administração, o prédio de sua sede social, na Avenida Benjamin Constant. Elemento valioso na realização de muitos cometimentos da colônia italiana, visando o progresso local e o bem estar de seus compatriotas. Foi ainda sub-delegado por muitos anos.

19.10.1910

19 de setembro de 1910

 

12027699_813795488719812_1140410701508068260_n.jpg

A sede na Avenida Benjamin Constant.

 

“Era de vê-lo aí, pelo Centro da Cidade, sempre apressado, agitando na mão nervosa um jornal ou algumas tiras de papel… Corria às vezes… às vezes parava, batia um papinho com algum conhecido, seguindo depois, apressadamente. Andava, olhando dos lados , cumprimentando uns e outros , sorrindo, pilheriando…. Conhecia todo mundo… toda gente o conhecia e o estimava.”

 

Casou-se com a Sra. Ursulina Pinheiro Paulino, nascida em 18 de setembro de 1880 e falecida em 18 de agosto de 1943, filha de Vicente Garcia Pinheiro e Francisca de Paula Ferreira Pires.

Deste matrimônio nasceu: * Ernani Paulino, nascido em 05 de novembro de 1909 e falecido em 10 de setembro de 1977, casado com Nelly Cavallari Paulino, nascida em 22 de maio de 1915 e falecida em 04 de setembro de 1996.

Ernani, colaborador da imprensa campineira, integrava a Ordem dos Velhos Jornalistas, e proprietário da tradicional Papelaria Paulino.

 

 

13934954_1677285402595674_3354690318710062828_n

Ernani

 

* Carmen, casada com Manoel Cabral;

 

* Profa. Mercedes Paulino Barthelson, casada com Alfredo Barthelson (14.11.1901-22.09.1933);

 

946459_1686423348239067_4023942388791489527_n

Profa. Mercedes Paulino Barthelson. Acervo “Família Paulino”.

 

* Profa. Yolanda Paulino de Miranda, casada com Mário de Rosa Miranda;

 

* Geraldo Paulino, falecido em 1955, casado com Romilda Scatolini;

 

* Heitor Paulino, casado com Lourdes Ladeira;

 

* Wanda Paulino, nascida em 06 de setembro de 1922 e falecida em 06 de março de 1945.
“Wanda, a sua alma, pura como lírio, florescerá eternamente junto ao Senhor”.

 

Netos: Marília, Norma, Nelly, Gilberto, Everaldo, Maria Cecília, Amaury, Ivan, Renato, Jael, Nilza, Domingos, Ernani, Maria Regina, Lúcia Helena…

 

Após longos padecimentos, faleceu no dia 26 de setembro de 1926, aos 43 anos, cercado de grande estima, sua morte ocasionou as maiores mostra de consternação, saindo o féretro da Rua Ferreira Penteado, 125.

Casal Moraes Alves

Publicado 05/08/2016 por lcs2308
FB_IMG_1470367695688

Registro de casamento de Orestes e Valentina

FB_IMG_1470367699549

Família Pinto de Moraes, na comemoração de 60 anos de casados de Joaquim e Rita.

Dr. ORESTES MORAES ALVES (1880-13.02.1949), filho de Galdino Luiz Alves Cruz e Maria Amélia de Moraes Alves; E VALENTINA PINTO DE MORAES ALVES (1885-31.05.1970), filha de Joaquim Pinto de Moraes e Rita Freire Pinto de Moraes.

 

Casaram-se em 16 de maio de 1905, na Basílica de N. Sra. do Carmo, na presença das testemunhas,  Alberto Sarmento, Maria das Dores Bueno Moraes, Arthur de Almeida Rezende, Maria A. Pinto Rezende e Dom Barreto. Ele com vinte e quatro anos (24) e ela vinte anos (20).

Deste matrimônio nasceu:

* Maria Moraes Alves Blandy, falecida em 1990, casada com José Pinto Blandy, filho de Júlio Blandy e;

 

* Valentina Moraes Alves Fioratti, falecida em 14 de dezembro de 1964, casou-se em 1931, com Arlindo Fioratti, filho de Regolo Fioratti e Sylvia de Nardi Fioratti;

 

* Orestes Moraes Alves Filho, casado com Maria Camargo Moraes Alves;

 

* Stella Moraes Alves Arruda Botelho, casou-se em 10 de maio de 1939, com Clóvis Arruda Botelho, filho de Antônio Carlos de Arruda Botelho e Luiza Krahenbuhl Botelho;

 

* José Geraldo Moraes Alves, falecido em 23 de setembro de 1971,aos 57 anos, casado com Eunice Falleiros Moraes Alves;

 

* Margarida Maria Moraes Alves Prado, falecida em 1986, casou-se em 1937, com João Lázaro de Almeida Prado;

 

* Alice Moraes Alves Fabbri,falecida em 1994, aos 73 anos, casada com o Cel. Oswaldo Spartaco Fabbri;

 

* Maria Luiza Alves Paes de Barros, falecida em 1993, casada com Gastão Fernando Paes de Barros;

 

* Joaquim Pinto de Moraes Neto, casado com Maria Neusa Quental Pinto de Moraes;

 

* Lúcia de Moraes Alves, falecida em 30 de janeiro de 1986;

 

* Maria Aparecida de Moraes Alves, falecida em 24 de agosto de 1983, aos 65 anos;

 

* Rita Moraes Alves, falecida em 17 de junho de 2006, aos 88 anos.

 

 

 

Paschoal Salzano

Publicado 03/08/2016 por lcs2308
Paschoal Salzano, nasceu no dia 20 de dezembro de 1882, em Civita Del Sanio, região Napolitana da Itália. Filho de Felício Salzano e Maria Domenica.

Teve toda a infância sem problemas, mas sua boa situação econômica e social não lhe tirou o desejo de lutar e, ainda jovem, já possuia o espírito de desbravador e de conquistas e decidiu sair de sua terra em busca de novas aventuras.

Decidiu vir para o Brasil, onde seu pai já havia trabalhado.

O velho Felício havia ajudado na construção dos enormes paredes de pedra,ao lado da ponte, onde atracavam as barcas, para transporte de mercadorias.

Paschoal viu realizar seu sonho, quando chegou ao Brasil em 27 de Fevereiro de 1898.

Teve que enfrentar uma série de dificuldades. Só depois de muita insistência, seus pais consentiram na viagem que iria separá-los do filho que amavam tanto.

Desembarcou em Santos e veio fixar residência em Campinas, onde inicialmente trabalhou como tratador de animais de coche.

Aqui mesmo, depois de algum tempo, ajudado por alguns patrícios, ingressou na Companhia Paulista de Estradas de Ferro.

Mais tarde foi transferido para Rincão e com ajuda de seu feitor de turma, José Ventura, foi para Monjolinho, ramal de Ribeirão Bonito.

Trabalhando como ajudante de pedreiro, graças à sua força de vontade, eficiência e constância, logo foi promovido a feitor da turma que trabalhava em toda a extensão da ferrovia.

Por volta de 1907, veio trabalhar em nossa cidade e aqui conheceu Maria Libertucci, com quem casou-se logo depois.

Passados alguns anos, saiu da Companhia Paulista e convidado pelo seu diretor, Adalberto Pereira, passou a empreiteiro de obras na construção das casas residenciais para os funcionários da própria Companhia Paulista, nas cidades de Araras, Pirassununga e Santa Rita do Passa Quatro.

Em 1913, propôs ao prefeito Bento José de Carvalho a instalação da rede de águas em nossa cidade.

Nesse mesmo ano ingressou na política como vereador, exercendo o cargo de Presidente de Nossa Câmara Municipal.

Em 1916, Paschoal Salzano construiu e inaugurou os serviços de esgotos.

Em 19 de abril de 1921, com Jacob Mondim, Pedro Patire, e João Procópio Sobrinho, cuidam da instalação de uma Fábrica de Louças (hoje Cerâmica Porto Ferreira S/A), onde Paschoal foi sócio, guarda-livros, viajante e gerente.

Em 1951, por vontade de quase totalidade de ferreirenses, foi candidato único, a prefeito. Foram 1045 votos contra 104.

Durante toda sua gestão, cuidou principalmente da urbanização da parte nova da cidade: Vila Santa Maria, Vila Nova e Vila Sibila, que foram traçadas e iniciadas em sua gestão.

Conseguiu a instalação do Ginásio Estadual “Washington Luiz”, Escola Industrial, hoje EEPSG “Dr. Djalma Forjaz” e Casa Maternal “Eucháris Fortes Salzano”.

Um dos fundadores da Corporação Musical Santa Cecília, foi também músico e maestro.

Em 1965, foi homenageado pela Companhia Paulista de Estradas de Ferro, recebendo honrarias pelos serviços prestados à empresa.

Em 24 de Janeiro de 1968, foi agraciado com o título de Cidadão Ferreirense.

Certa vez, todos os músicos da Corporação Musical Santa Cecília sentiram que um de seus companheiros merecia ser homenageado e a Banda saiu alegremente, executando marchas e dobrados, atraindo quase toda nossa população.

Dirigiram-se à residência de “seu” Paschoal, pararam em frente, e logo ele saiu com seu instrumento musical, tocando alegremente e juntando-se aos colegas.

A tocata prosseguiu pelas ruas, até em frente à nossa prefeitura. Aí “seo” Paschoal deixou o pistom, dirigiu-se ao prédio pelo qual se adentrou, e foi assumir solenemente, o cargo de Prefeito Municipal de Porto Ferreira.

Paschoal Salzano e Dona Maria tiveram os filhos: Erlindo, médico, foi Vice Governador do Estado de São Paulo; Ermídio, Cirurgião Dentista, foi professor catedrático da USP, Faculdade de Odontologia de Bauru; Alberto, foi chefe de Profilaxia de Malária do Estado de São Paulo; Wladimir, conhecido por Nenê, foi vereador; Emilda foi professora e Alcides, era professor e agente do IBGE.

Maria Libertucci Salzano, faleceu em 10 de fevereiro de 1955 e Paschoal Salzano, com 88 anos de idade, faleceu em 13 de julho de 1971.

Irmão de Maria Dolorata Salzano Fiori.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

Junte-se a 757 outros seguidores

%d blogueiros gostam disto: