CASO DE ABDUÇÃO

Publicado 16/08/2017 por lcs2308

No caso campineiro ocorrido em 1931, é possível afirmar que o senhor José Florêncio vivenciou uma abdução autêntica, pois temos vários aspectos indicativos desta afirmação.

Nos dias 21 e 22 de julho de 2010, os pesquisadores José Carlos Rocha Vieira Júnior e o ufólogo espanhol Pablo Villarrubia Mauso fizemos novas descobertas sobre este caso da década de 30.

Este episódio ocorrido em um sábado de 1931, foi inicialmente investigado pelo jornalista e músico Cataldo Bove, e teria ocorrido na Rua Sampaio Peixoto, no bairro do Cambuí, em Campinas – SP, com o protagonista José Florêncio.

Contou José Florêncio aos pesquisadores que na época do fato ele tinha 8 para 9 anos de idade e naquela tarde fatídica ele jogou bola até por volta das 17:00 horas com outros garotos e no retorno para sua casa que ficava na chácara Júlio Vitorino, notou o aparecimento repentino de um OVNI na cor de chumbo e que fazia um ruído “de motor de geladeira”.

José Florêncio - Abduzido

“Veio aquela coisa redonda e eu comecei a correr. Quando vi, já estava parando a um metro de mim e a uns 60 centímetros do solo. Desceu uma escadinha que tocou no chão. A porta se abriu e rápido um deles me tocou no ombro e me apanhou. Quando vi, já estava na porta, a porta aberta para dentro do disco e tinha um tripulante com capacete de cada lado da porta, além do que estava comigo. Comecei a gritar, mas não tinha ninguém para me socorrer e fiquei a mercê deles”, disse o abduzido.

Quanto a fisionomia e aparência dos seres abdutores, José disse que tinham 1,60 metros de altura, eram de pele morena, olhos azuis, boca pequena, rosto afilado e cabelos aloirados. Disse ainda, que não tinham pelos (tipo bigode) e as suas roupas, luvas e capacetes (com antenas) era da tonalidade verde-oliva cintilantes. Apenas as botas eram pretas. Sobre a comunicação, afirmou que era ininteligível e por mímica.

Dentro da nave, José chorou muito e percebeu que a porta por dentro era fechada por uma espécie de roda volante (similar as que existem em submarinos). Contou José também que, o piso da nave “era xadrez, quadradinho e feito de metal, amarelinho, amarelinho, brilhava muito!”. Primeiramente, ele foi conduzido a parte frontal do aparelho onde viu alguns componentes do que pareceu ser a sala de controle. “Ele tirou aquela máscara e me levou na frente do aparelho, onde tinha um painel. Não tinha volante, tinha alavancas e bastante luzes vermelhas, verdes, amarelas e roxas. E tinha umas que eram um pisca-pisca, ora amarela, ora vermelha e ora verde… Na frente do painel tinha outra pessoa e era uma mulher e ela dirigia aquela coisa. Ela tirou o capacete também e tocou no meu rosto com sua mão tentando me acalmar”, disse José aos pesquisadores.

José foi então, levado para a parte trazeira do objeto voador, onde foram feitos vários exames. “Tirei a camisa e o chefão ajudou-me a desabotoá-la. Ele colocou uma toalha gelada nas minhas costas e me examinou as costas, o coração, os olhos e abriu a minha boca. Depois, arrumei a calça meia-cana e ele me ajudou a abotoar a camisa novamente”, disse ele lembrando da experiência.

José Florência e croqui

 

Depois disso, o garoto foi levado e colocado em “um buraco na parede” e o comandante da nave estalou os dedos. Em ato contínuo, apareceram duas faixas (semelhante ao cinturão de bombeiros) que prenderam José na cabeça e pela cintura. “Eu só conseguia mexer os olhos, os braços e os pés. Mas, não conseguia sair dali”,disse José.

Daquele lugar onde a testemunha estava parcialmente imobilizada era possível olhar através de uma janela e em certo momento ela notou que o comandante estalou os dedos novamente e um outro ser pegou um vasilhame de cor de chumbo, que estava embutido na parede e, após levantar uma espécie de tampa no centro do objeto, despejou um líquido metálico de cor escura. Foi então que a nave começou a voar produzindo um ruído característico. “Eu vi quando passamos por cima de uma depuradora do Departamento de Água e Esgoto, depois uma mangueira e fomos para a olaria que ficava na Rua Lopes Trovão…”, contou. Depois, o OVNI aparentemente saiu de órbita, pois José disse que viu enxames de estrelas pela janela e o que lhe pareceu ser alguns planetas.

José Florêncio com o Relato da época

Depois de algum tempo que a vítima não soube precisar, ele foi solto e trazido de volta ao mesmo local da captura. “Fui devolvido pelo chefe. A mulher ficou lá dentro. Ele me deu uns tapinhas no ombro, como quem diz: ‘Pode ir embora’. Eu tentei correr, mas me acalmei e fui andando e uma luz focalizava em mim durante o meu caminho até chegar em casa”, lembrou José.

Quando foi deixado pela nave, José Florêncio pode observar melhor a forma externa da nave espacial que era toda iluminada com luzes azuladas ao redor da estrutura que piscavam todas ao mesmo tempo. Na cúpula do disco voador havia uma luz vermelha. O OVNI partiu produzindo o mesmo ruído de motor de geladeira.

Ao entrar em casa ele constatou que já era uma hora da madrugada e seus pais estavam desesperados com o seu sumiço. Contou detalhadamente a aventura à eles e seus parentes acharam que ele estava ficando louco. “Eu disse para meu pai que estava numa coisa e tomei umas palmadas dele. Depois fui dormir, pois estava nervoso e não comi nada. No dia seguinte acordei às 9 horas. Quando fui para a escola e ainda não me sentia bem, eu vi que no lugar da aparição, o lugar estava todo varridinho, varridinho, a terra formando um redondo”, disse José.

No dia seguinte, começou a surgir no corpo de José Florêncio, algumas feridas inexplicáveis do ombro para baixo, que pareciam picadas de insetos. Também surgiu frieiras nos pés. Como sua mãe trabalhava na Santa Casa de Misericórdia de Campinas, foi facilitada a internação do garoto.

O médico, doutor Roldão e Toledo, diagnosticou amarelão e tratou José com vermífugo, com Pílulas do Doutor Ross e Biotônico Fontoura. Depois de um mês e meio, José recebeu alta, pois as feridas que coçavam desapareceram por completo. Todavia, ele ficou ainda trabalhando por alguns meses no hospital à convite do médico. Hoje, José acha que a doença foi ocasionada pelo estranho contato com aqueles seres.

Comparando os trajes do tripulante deste que foi o primeiro caso de abdução, com o “Caso Tiago Machado”, ocorrido em Pirassununga – SP, em 1969 ou, com outro caso ocorrido na Chapada das Mesas – MA, em 1977, durante a “Onda Chupa-Chupa” (pesquisada pela Força Aérea Brasileira), notamos que são incrivelmente semelhantes!

 

Comparativo descrição do ser

 

O senhor José Florêncio não poderia ter criatividade suficiente para inventar esta história e também, não tinha parâmetros para descrever os detalhes vivenciados.

Traje Espacial de Atividade Extra-Veicular RX-2

É oportuno registrar também que o Fenômeno OVNI era desconhecido naqueles tempos e, portanto, muitos fenômenos aéreos inexplicáveis eram catalogados no Passado como manifestações naturais, astronômicas e por vezes como assombrações, demônios, lendas e mitos. Assim, estamos reescrevendo a história da Ufologia Brasileira… A primeira abdução brasileira e quem sabe, mundial, ocorreu no Brasil em 1931!

FONTES
http://www.portalburn.com.br/o-primeiro-caso-de-abducao-no-brasil/;
http://astranitet.blogspot.com.br/2016/07/o-caso-jose-florencio.html;
http://www.ufo.com.br/artigos/caso-jose-florencio-uma-abducao-ocorrida-no-brasil-em-1931;

Ênnio Fabene

Publicado 25/07/2017 por lcs2308

Ascânio Enêa Fabene, ou Ênnio Fabene, nasceu em 07 de fevereiro de 1948, na cidade chinesa de Tien-Tsin. Era filho do marinheiro italiano Donato Fabene (30.04.1913, em Tolve, Itália), filho de Rocco Fabene e Mariantônia Stabile; e da chinesa Maria Ku Fabene (22.07.1919, em Shangai, China), filha de Soong Tsiene Ku e Tcheng-Che Ku, que tinha apenas 18 anos quando conheceu Donato.

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Registro de estrangeiro de sua mãe.

 

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Registro de estrangeiro de seu pai.

 

 

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Registro de estrangeiro de seu tio.

 

Os pais do menino deixaram a China em 1952. Primeiramente foram para a Itália. “Viajamos na classe mais pobre do navio. Eu tinha quatro anos e já mostrava facilidade para aprender línguas. Lembro-me de que eu subia até a primeira classe, passeando pelo navio, brincando com os passageiros”, contou em uma entrevista do Jornal “Correio Popular”.

Em 08 de fevereiro de 1954, a família veio para o Brasil, no Vapor “Conte Grande”. Donato e Maria tiveram quatro filhos, Maria Antônia Rosa (06.01.1942-21.01.2016), Renato Rocco, Silvestro (01.10.1947) e Ascânio.

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Registro de estrangeiro de seu irmão.

 

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Registro de estrangeiro de sua irmã.

 

O pai de Ênnio fez carreira nas Indústrias Matarazzo, em São Paulo, e foi convidado, em 1963, a gerenciar a filial campineira da empresa. Na época, Donato se opunha aos projetos pessoais de Ênnio, que sonhava ser cabeleireiro. Conclusão: o garoto fugiu de casa, aos 17 anos, e conseguiu emprego no Salão Rio, de Yvone Gomes.

Promoters disputavam  sua presença nas festas

Ênnio Fabene tinha uma clientela fiel e uma equipe afinada. Sua presença nas festas era disputada pelas promoters e ele circulava pelos eventos sociais mais badalados. Integrava júris e participava de solenidades importantes. Era referência no mundo da moda. Mesmo assim, os amigos o consideravam uma pessoa reservada, tímida até, uma personalidade marcada pela discrição.

 

Ennio e Dulcita

Ennio e D. Dulcita Vicente.

Ênnio dizia conhecer os “segredos” da sociedade campineira. Ouviu confidências e revelações bombásticas, assistiu a ascenções e quedas sociais. Era amigo de gente famosa, como o ator Lauro Corona, que morreu em 1989, aos 32 anos, também vítima de Aids. E pouco falava de sua vida pessoal.

 

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Ênnio

Admirava os atores Carolina Ferraz e Edson Celulari. Gostava de discoteca e de Mozart. E tinha medo de sapo. Sofreu muitos preconceitos, mas conseguiu seguir a carreira que desejava. Temia que a morte chegasse antes da hora, como de fato chegou. A mãe, Maria, teve câncer, mas ele dizia: “Ela morreu de perda. Perdeu suas raízes e seu passado ao deixar a China, depois perdeu meu pai, seu grande amor”.

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Marilucia Nucci Vacchiano e Ênnio Fabene, estampados na Revista Vogue. Foto José Roberto Hofling.

 

Construiu uma carreira sólida. Penteou artistas famosas, como Maitê Proença, Sandra Bréa, Regina Casé e Angela Maria. Mas pelo seu salão, no Cambuí, passaram também as mulheres mais elegantes de Campinas.

Ênnio Fabene, faleceu em abril de 1996, morreu de pneumonia, consequência da Aids e foi sepultado no Cemitério Parque Flamboyant.  Deu seu nome a uma rua, no Residencial Cosmos, em Campinas.

 

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FRASES

“A primeira pessoa que maquiei e penteei foi uma professora de acordeon. Eu tinha 13 anos, e era tão pequeno que precisei subir em uma cadeira para concluir o trabalho.”

 

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“As feias sempre me atraíram. As bonitas eram chatas. Eu queria criar a beleza. Por isso, sempre me deu prazer transformar as feias em bonitas.”

 

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“No salão, sou cabeleireiro e psicólogo. A beleza está ligada à alma humana. É preciso saber ouvir.”

 

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“Ainda não sei o que é um grande amor. Apenas sonho com ele. Um amor onde duas pessoas são uma, onde o olhar seja palavra, onde o corpo seja uma mensagem.”

 

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PELAS ÓRFÃS DA FEBRE AMARELA

Publicado 07/07/2017 por lcs2308

Em 29 de setembro de 1889, às 15h30, num belo domingo de primavera, em trens especiais, afluíram muitas famílias da capital do Estado e das cidades circunvizinhas, tornando o cenário urbano festivo e reflorescido dando início na cidade de Campinas uma QUERMESSE EM PROL DAS OBRAS DO ASILO DE ÓRFÃS, no antigo Jardim Público.
O evento foi organizado por uma comissão composta por destacados cidadãos da sociedade campineira e dos três jornais da cidade. As damas da sociedade campineira, promotoras da quermesse, fizeram o trabalho de “sensibilizar as almas” caridosas para todo o tipo de ajuda com o fim de conseguir o melhor resultado em prol do Asilo de Órfãs e desenvolveram gigantesca campanha financeira, abrangendo vários segmentos da cidade e região. O resultado financeiro ultrapassou o esperado, com o qual foi possível finalizar as obras para que o Asilo de Órfãs pudesse funcionar como internato, abrigando também as meninas que ficaram órfãs na ocorrência da epidemia da febre amarela que assolou a cidade em 1889.
A quermesse que teve festivo remate no dia 13 de outubro de 1889, foi uma das mais brilhantes e frutíferas festas que até então Campinas já presenciara, perdurando por muito tempo na memória de todos os que dela participaram, ficando a representação do ressurgimento de uma cidade vitimada pela febre amarela, e também um verdadeiro processo de revitalização de compromisso com a filantropia.
As obras do Asilo foram concluídas em julho de 1890. Àquele tempo, o asilo mantinha 212 meninas pobres no externato e 20 internas. A inauguração do internato foi feita em 15 de agosto de 1890, dia da festa da padroeira da Santa Casa (N.S. da Boa Morte).

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Pelo texto jornalístico, flui a grandiosidade do evento de benemerência, como elemento de poder de persuasão sobre a sociedade, envolvendo, na comunhão da causa, as pessoas pelo emocional, como denota a estratégia: “Em cada entrada do jardim está atravessado um arco de illuminação a gaz com distico Asylo de Orphans e, além destes, outros arcos no interior do jardim, perfazendo a conta de 12 arcos”. Para isso, foi preciso o aparato apelativo, no sentido de atrair e garantir a presença da população, num verdadeiro exercício de sedução e encanto, através das imagens e símbolos criados: bandeiras de cada país, a réplica da Torre Eiffel, forração de seda no Pavilhão Ramos de Azevedo, flores, enfeites, arquiteturas em formas de navio ou em estilo oriental, … (texto extraído da publicação de Ana Maria Negrão -Infância, Educação e Direitos Sociais: “Asilo de Órfãs”

 

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Sobre o Chalet ou Pavilhão Lidgerwood: “….. Está sendo edificado pelos empregados da casa Lidgerwood, que pretendem realizar ali a extração de uma loteria, organizada do modo seguinte: serão vendidos mil bilhetes a rasão de dois mil reis cada um produzindo 2:000$, destes tirarse- há 1:000$ que se dividirá em premios, sendo: 1 de 500$, 1 de 80$, 2 de 35$, 5 de 20$, 10 de 10$ e 30 de 5 $, ficando um conto de réis para a Kermesse.” Fonte: Infância, Educação e Direitos Sociais: “Asilo de Órfãs” (1870 – 1960) de Ana Maria Negrão

 

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A casa Notre Dame de Paris se esmerou em seu pavilhão, como encontramos no livro de A.M.M.Negrão: “Face da Rua Augusto Cesar (Torre Eiffel) Logo a entrada ergue-se magestosamente um fac-símile da Torre Eiffel. Tem 20 metros de altura, é dividida em 4 planos; sendo o primeiro, ocupado por um pequeno restaurant, o segundo, dedicado à imprensa fluminense, onde se hasteará uma bandeira proposital e na cupula, será collocado um intenso fóco de luz elétrica. Além desta illuminação terá ainda a de grande número de copinhos de cores variadas. No tope da Torre será erguida a bandeira franceza.” Fonte: Infância, Educação e Direitos Sociais: “Asilo de Órfãs” – Ana Maria Negrão Nota: a rua Augusto César é a atual Avenida Julio de Mesquita.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
Fontes:
Texto: Asilo de Órfãs-A.M.M.Negrão e Caridade e Poder-L.A.Rocha.
Imagens: Biblioteca Nacional Luso-Brasileira)

RODRIGUES DE CASTRO

Publicado 06/07/2017 por lcs2308

 

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JOSÉ MANOEL DE CASTRO, nascido em 29 de abril de 1820 e falecido em 15 de agosto de 1897.

 

Casou-se com AMÉLIA MARIANNA DE PAULA RODRIGUES CASTRO, nascida em Diamantina, em 23 de agosto de 1834 e falecida em 19 de junho de 1888.

 

Deste matrimônio nasceu:

1- MARIANNA AMÉLIA, nascida em 01/12/1849 e batizada em 11/12/1849, casada com Francisco Rodrigues do Prado, nascido em 26/04/1842 + 18/10/1889, pais de:

** 1- Antônio, batizado em 09/07/1864.

——————————————————* 2- GABRIEL, nascido em 06/10/1851, batizado em 15/10/1851 e falecido em 07/09/1900, casado com Joaquina (Sinharinha) Moreira Lima, pais de:

** 1- Antônio Galvão, foi diretor da Cia. Cafeeira de S. Paulo, casou-se 14/03/1905, com Carolina Leite de Barros, falecida em 09/12/1938, filha de Ladislau Leite de Barros e Augusta Santos, pais de:

*** 1- Dirceu, cc. com Lúcia de Oliveira;

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*** 2- Alaysa, cc. com Francisco de Lima Oliveira, filho de Antônio Custódio de Oliveira e Clementina (Sinhá) Lima;

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*** 3- Jarbas, cc. com Lolla Hinker;

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*** 4- Dayse, cc. com José Duarte Leite, filho de José Nogueira Leite e Maria da Conceição;

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*** 5- Albery, cc. com Genny Campos;

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*** 6- Naur, cc. com Iole Adele Ophélia de Gennaro;

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*** 7- Carolina;

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*** 8- José;

——

** 2-  Constança, falecida em 06/02/1961, casou-se em 19/12/1916, com Cândido Ulhôa Cintra Coelho, falecido em 09/11/1956, filho de Cândido Gomes da Silva Coelho e Leonor Pinheiro da Ulhôa Cintra, pais de:

*** 1- Geraldo, cc. com Maria de Paula Leite;

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*** 2- Maria Aparecida;

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*** 3- Aglaê;

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*** 4- José Erthezo;

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*** 5- José Carlos;

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*** 6- Fábio;

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** 3- Gabriel, casado com Natalina Pontes;

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** 4- Profa. Noêmia, casada com Alaor Custódio de Oliveira, filho de Antônio Custódio e Clementina Lima Oliveira, pais de:

*** 1- Gabriel;

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*** 2- João Martim Felipe, cc. com Zaira Duarte;

—-

*** 3- José Roberto, cc. com Beatriz Schmitt Camargo Aranha;

—-

*** 4- Antônio Neto, cc. com Neuza de Lima;

*** 5- Maria Aparecida, cc. com Paulo Eduardo de Toledo Thompson;

*** 6- Maria de Lourdes;

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** 5- Arnaldo, foi funcionário da Agência da Caixa Econômica, cc. em 29/05/1909, com Maria Antonietta de Sousa Campos, filha de Olympia Leopoldina Leite e João de Sousa Campos, pais de:

*** 1- Murillo, advogado, cc. com Dalmácia Leitão, filha de Elisa Simões e Arthur de Freitas Leitão;

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*** 2-  Apparecida, cc. com José Odilon Marchini, filho de Nicolao e Amália Marchini;

—–

*** 3-  José, cc. com Ana (Maria?) Legar (Legaz?);

—–

*** 4- Hermosira, cc. com Henrique Marchini;

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*** 5- Arnaldo;

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*** 6- Roberto;

——

*** 7- Prof. João Gabriel, cc. com Maria José Anderson Schreiner;

—–

*** 8- Maria do Carmo;

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*** 9- Maria Antonietta;

——————————————————* 3- ANTÔNIO, batizado em 10/09/1853, casado com Elisiária Rodrigues do Prado.

——————————————————* 4-  ARTÚRIA, batizada em 18/02/1856.

——————————————————* 5- URBANA AMÉLIA, batizada em 28/01/1858 e falecida em 1887, casada com José de Araújo Roso, pais de:

** 1- Lafayette, falecido em 1957, cc. em 25/09/1902, com Maria Luíza Martins Ferreira, falecida em 03/02/1967, filha de João Pedro e Cherubina Martins Ferreira, pais de:

*** 1- Armando, cc. com Alina Ladeira;

——

*** 2- Adhemar;

—-

*** 3-  Maria Apparecida;

——

*** 4- Mary;

———–

** 2- Leonor, cc. em 01/02/1910, com Antônio Maurício Ladeira, filho de Antônio Maurício e Maria do Carmo Martins Ladeira, pais de:

*** 1- Maria de Lourdes, cc. com Heitor Paulino, filho de Domingos Eugênio Paulino e Ursulina Pinheiro;

———

*** 2- Cecília;

——–

** 3- Washington, cc. em 01/03/1906, com Luíza Neves Marcondes Machado, filha de Octávio Marcondes Machado e Maria Corinna Neves, falecida em 16/11/1952, pais de:

*** 1- Washington;

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*** 2- Euvaldo, cc. com Cléo Ribeiro de Barros, filha de João de Barros Júnior;

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*** 3- Ivette, cc. com Antenor Santisi, falecido em 23/04/1981, filho de João Santisi e Angelina Gallo;

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*** 4- Heloísa, cc. com …. Tollendal Pacheco;

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*** 5- José;

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*** 6- Haroldo, falecido em 11/11/19191919, com 5 meses, vitimado por alrepsia;

—-

*** 7- Nilton;

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** 4- José, batizado em 14/01/1886;

——————————————————* 6- EUCLYDIA BRÁULIA, nascida em 10/10/1860 e falecida em 02/06/1943.

——————————————————* 7- PROFA. MARIA AMÉLIA, batizada em 20/11/1867 e falecida em 15/07/1946, cc. com Luiz de Campos Serra, nascido em 14/04/1860 e falecido em 26/08/1842, filho de Cândido José da Silva Serra e Maria Eleutéria de Campos, pais de:

** 1- Alberto, cc. com Ester Castro Corrêa, pais de:

*** 1- Otto, cc. com Maria José Corrêa, filha do Prof. Geraldo Alves Corrêa e Luíza das Chagas;

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*** 2- Edina;

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*** 3- Zélia;

——–

** 2- Albertina, falecida em 10/10/1919, cc. em 06/10/1910, com Cândido Penteado Serra, falecido em 31/06/1947, filho de Antônio de Campos Serra e Cândida Penteado, pais de:

*** 1- Roberto;

——

*** 2- Cássio, cc. com Natalina Felice, filha de Salvador Felice e Emília Ferrari;

——

*** 3- Ruth Aparecida;

——–

** 3- Maria Amélia;

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** 4- Múcio;

——–

** 5- Prof. Leônidas, foi diretor do Colégio “Cesário Motta”, cc. em 18/02/1915, em 1. núpcias com Ophélia Barbosa de Azevedo, filha de Francisco Cesário de Azevedo e Anna Barbosa; e em 2. núpcias com Altina Lapa;

———

** 6- Prof. Sebastião, cc. com Geni Fares;

———–

** 7- Trajano, cc. com Lícia Mortari;

——————————————————* 8- MARIA JOSÉ, cc. com o Coronel José Vicente de Queiróz Ferreira, filho de Francisco Benedicto Ferreira e Escholástica Jacintha de Queiróz, pais de:

** 1- Amélia, falecida em 04/09/1968;

——

** 2- Sylvio, falecido em 08/05/1958, cc. com Conceição Fleury, falecida em 1960, filha de Roberto Pires Fleury e Adelina Assumpção, pais de:

*** 1- Sílvia, cc. com Edwin Benedito Montenegro;

—–

*** 2- Roberto;

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** 3- Francisco Benedicto, falecido em 03/02/1954, cc. com Sophia Souza, filha de José de Souza Queiróz e Gisela Braun, pais de:

*** 1- José Edgard, cc. com Elay Mendes, filha de Arthur Teixeira Mendes e Maria Emília da Fonseca;

——-

*** 2- Maria Gisela;

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** 4- Maria (Nenê), falecida em 20/06/1974, cc. com Luiz de Moura Azevedo, falecido em 08/07/1975, filho de José Ignácio de Moura Azevedo, pais de:

*** 1- Luiz, falecido em 22/04/1989, cc. com Esther Dias da Silva;

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*** 2- José Pedro, cc. com Beatriz Conrado do Amaral;

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** 5- Raul, falecido em 1936, cc. com Elsy;

——————————————————* 9- JOSÉ MANOEL, cc. em 27/04/1903, com Anna (Annita) Melchert, filha de Germano Frederico Eduardo Melchert e Anna Eliza, pais de:

** 1- Germano, cc. com Laura Peirão, filha de Quincio dos Anjos e Hermelinda Peirão, pais de:

*** 1- Maria Heloísa;

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*** 2- Carlos Eduardo;

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*** 3-;

——————————————————10- VICTORINO, cc. em 30/04/1904, com Laura Bierrenbach, falecida em 28/08/1962, filha de João Bierrenbach e Francisca Ernestina Bueno dos Reis, pais de:

** 1- Mário, falecido em 13/10/1905, com 8 meses;

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** 2- Jorge, cc. com Marília Brochado, pais de:

*** 1- Sérgio;

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** 3- Octávio, falecido em 15/07/1988, cc. com Lúcia Fonseca Ribeiro, filha de Antônio Joaquim Ribeiro Júnior e Antônia Fonseca, pais de:

*** 1- Elizabeth, cc. com José Carlos Gonçalves de Souza;

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** 4- Victor;

——

** 5- Lucília, cc. com Francisco Augusto Ferraz Brochado, pais de:

*** 1- Eduardo;

——

*** 2- Maria Regina;

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*** 3- Maria Cristina;

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** 6- Laura, cc. com Diógenes Pupo Vasconcelos, filho de Gustavo Adolpho da Silveira de Vasconcelos e Anna Virgínia Pupo, pais de:

*** 1- Roberto Luís;

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*** 2- Anna Lúcia;

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*** 3- Gustavo Adolfo;

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*** 4- Vitor Augusto;

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*** 5- Isabel Maria;

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*** 6- Jorge Eduardo;

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** 7- Celso;

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** 8- Décio, cc. com Maria Darcy;

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** 9- Cyro, cc. com Judaiba Maria Contatore;

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** 10- Lúcia, cc. em 1948, com Darcy Paz de Pádua, filho de Antônio dos Santos Pádua e Sophia Paz;

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* 11- ALBERTINA, cc. com Joaquim Ferreira Penteado Netto.

 

Luizinho Torres

Publicado 02/07/2017 por lcs2308

Texto e acervo de Sônia Regina Novaes Ângelo.

Hoje quero falar desse grande amigo que tive aqui em Campinas. O saudoso Luizinho Torres.

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Conheci o Lu, quando eu lecionava Educação Artística na Escola João Lourenço Rodrigues, no Cambuí, na década de 90.O Lu, como todos os chamavam, era filho adotivo da Diretora da escola e era especial. Que grande artista que era esse menino. Começou a desenvolver o gosto artístico com 4 anos de idade, ao amassar papéis e criar seus primeiros bichinhos. Frequentou a escola, mas tinha dificuldades na aprendizagem e partiu então para a coisa que mais gostava de fazer: esculturas.

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Quando o conheci, ele fazia borboletas de latinhas de cerveja e pintava com caneta colorida. E comecei com ele uma linda história, na época eu dirigia as Galerias de Artes do Banco do Brasil, comecei então a divulgar o trabalho dele,e as encomendas foram chegando, passou então a criar também bichinhos de fios metálicos e de cobre.O Lu era fascinado por bichos…até que foi trabalhar na Oficina de Artes do Cândido Ferreira em Sousas. Lá ele criou muitas peças decorativas, que até hoje são vendidas na loja do Cândido, tudo criação dele.

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Acessórios para jardim

 

Aranha..feita no Cândido Ferreira.

 

Que trabalho lindo que ele fazia, nossa quantas exposições fiz dele, ajudei-o a ficar conhecido em Campinas, mas ele não gostava de vender as peças que fazia, cada escultura representava um filho dele, como ele mesmo dizia…mas o material era caro e ele precisava de dinheiro para manter a arte. Esse cavalinho ele me deu de Natal um pouco antes dele falecer.

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Luiz Torres,na primeira exposição que fez na Agencia Centro do Banco do Brasil.

Adoeceu do nada, ficou deprimido e foi indo embora…nossa como senti a partida dele, está sepultado ao lado do túmulo do escravo Toninho no Cemitério da Saudade…Luiz Torres…ficou para sempre no meu coração. Ele era especial em tudo, por isso que foi embora cedo..aos 37 anos.

Borboletas

 

Cavalinho,fios metálicos

Guardo com carinho todas as borboletas que ele me deu de presente….os bichinhos de cobre e a lembrança de ter conhecido um pequeno anjo que passou no meu caminho….deixando muitas, mas muitas saudades.

Leão...placas de alumínio

 

Luminária

 

 

 

 

Santinha de Jacuba

Publicado 11/05/2017 por lcs2308
História de Maria Appolonia de Jesus, uma menina de 12 anos de idade que, supostamente, podia fazer milagres e se comunicar com Nossa Senhora Aparecida e, em razão disso, passou a ser chamada de “A Santinha de Jacuba”.
   O povoado de Jacuba (Hortolândia), pertencia ao distrito de Santa Cruz, município de Campinas, foi elevado a distrito de Jacuba, do município de Sumaré, emancipado em 1953.
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PROF. CELSO FERRAZ DE CAMARGO

Publicado 02/05/2017 por lcs2308
17 DE AGOSTO DE 1974:
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Celso Ferraz de Camargo

“Faleceu em Campinas, aos 78 anos, o professor Celso Ferraz de Camargo. O extinto, pertence a tradicional família paulista, durante 38 anos exerceu o magistério secundário e superior naquela cidade. Distinguiu-se como catedrático do Instituto de Educação “Carlos Gomes”, ali instalando o Centro de Estudos Históricos “Euclides da Cunha”, sua biblioteca e seu museu, onde funcionou o respectivo seminário.

Foi um dos fundadores da Associação Campineira de Imprensa e colaborou nos jornais locais. Combatente da Revolução Constitucionalista de 1932, ajudou a organizar em Campinas, o Partido Constitucionalista. Foi diretor, entre outras entidades, do Centro de Ciências Letras e Artes, Associação dos Professores do Ensino Secundário e Normal, Ação Católica, etc. Foi sócio e membro correspondente de numerosos institutos históricos do Brasil e do estrangeiro. Entre suas publicações se conta um Manual de História da Civilização Brasileira.


Filho de Octaviano Ferraz e Gertrudes de Camargo Ferraz.

Casado com D. Luíza (Laly) Sampaio Ferraz, filha de Maria das Dores Correia Sampaio e Carlos Sampaio Peixoto, neta paterna de Antônio Carlos (Sampainho) de Sampaio Peixoto e Anna Carolina da Silva Pontes Sampaio, deixou os filhos: Anna Luíza, casada com Sérgio Torquetti; Octaviano Carlos, casado com Lisette Luz Regina; Maria Helena, casada com Geraldo de Oliveira; Heloísa e Stella Ferraz de Camargo”.
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Celso

 

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